cuore busy nest

cuore busy nest : . "A ciência nada tem a ver com o inefável: ela tem de falar a vida se quiser transformá-la"Roland Barthes, 1958 (ed. 1997 : 183) : . "Os Céus Dispensam Luz e Influência sobre este mundo baixo, que reflecte os Raios Benditos, ainda que não Os possa recompensar. Assim, pode o homem regressar a Deus, mas não pode retribuir-Lhe" Coleridge (maiúsculas acrescentadas :)

main images source :) we heart it ©

segunda-feira, novembro 07, 2011

:) repost within a very busy time: : entevista do Vaca Gallo RSE a Josué Ponto Cuz, o policeman que faz tricot pa destressá : )

 whose loving dancing policemen? ©

VG: Olaré, amicíssimos, tamos aqui reunidos ao redó desta mesa quadáda retangulá com laivos ciculares pa entevistá mais uma pessonagem-tipo pós-modeníssima que nos encanta...Desta time, elegemos como alvo das nossas investidas bovinas e, dado que tamos a vivê um Verão [esta reportage tá a sê emitida muitíssimo em difido, daí a inconguência temporalis, temporale] em aléta vemelhíssimo no campo dos assaltos, rusgas e outas atividades muito pomissoras numa economia a pique como o Titanic, Josué Ponto Cuz (JPC), o policeman que faz crochet pa destressá, o agente da autoridade que tem mais love to give do que bastonadas pa distibuí...

JPC, diga-nos, revele-nos, infome-nos espéto da colarizadamente- po que é que escolheu o crochet como atividade basilá do seu relaxing time away from urban madness?
 
isabel metello ©

JPC- Bem, para lhe ser muito franco, minha senhora, eu já não aguento as gritarias dos ciganos, perdão, as justas reclamações daquele povo que tem a liberdade na alma e a navalha na mão, perdão, a migração no coração; os tiros e as facadas, perdão, as manifestações de descontentamento, dos etno pazzados estorricados nos bairros subsarianos ainda que lisboetas, perdão, dos afro-lusos e tansos nos bairros periféricos da capital (perdoe-me estas falhas linguísticas é que, hoje, não pude fazer o napron que me tinha proposto acabar e fiquei, assim, acometido pela crueza da língua palpitante...:); os assaltos à mão armada com sotaque brasileiro favelense, perdão, a enunciação da revolta bélica com pronúncia luso-latino-americana, enfim, toda a violência que nos remete a quedar-nos à beira de um ataque de nervos constante, perdão, de um estado de preocupação latente.


Com o crochet, posso criar nuvenzinhas cor-de-rosa salpicadas de fadazinhas azul bebé debruadas a estrelinhas dourado paraíso, escapando-me a estes crápulas negrérrimos, perdão, ao lado lunar da existência alheia...

VG: Ai, credo, senhô guada, não me diga que o vício do crochet já chegou às altas esferas legislo-executivas lusas e tansas, pois anda po lá presque tout le saint monde com as mêmas alucinações evasivas (com excepção para Pessoas como o PPC, pois não o estou a ver a fazer tricot!:))) ! Ma, voltando à supefície terráquea e saindo da twilight zone alienada e alienante- a coisa tá assim tão pêta? Tamos já a experienciá the dark side of life no seu esplendô, neste quintal à beira-má estacionado, sorry!, estagnado, ai!, conspucado, credo!, encolhido, apre!, entupido, irra!, enxovalhado, phonix! arrendado... Pedoe-me senhô guada, ma, po vezes, um palavãozito seve pa descompimi...



JPC- Ah, esteja à vontade, nem calcula os que eu ouço todos os dias que não santos...Eu JÁ NÃO AGUENTO MAIS!

VG- Vá, vá, relaxe, pense numa cela toda pintada de cô-de-rosa com coraçõezinhos estilizados ou num novo ponto de crochet ou mêmo numa revista da especialidade...

JPC- Desculpe-me, por vezes, tenho de libertar o grande barraqueiro que há dentro de mim (private joke), senão pazzo-me...Nem imagina, está mais que preta, está negríssima retinta, quase senegalesa, estamos a roçar, já, as trevas absolutas, o que dificulta ainda mais a nossa missão de detectar e capturar os suspeitos, principalmente de noite, quando todos os ratos não se mostram nada parvos ....

VG: Apre! Ma não lhe poderiam incoporá umas luzinhas tipo chip na massa entefálica enquanto eles tão na jail, pa depois bilharem de noite como no Natal?
Então, podê-se-á dizê que nós, lusos e tansos, vivemos, como diz o Pofessô Doutô Tony Barrento, aceleradamente, 50 anos em 5 (mais um milague da multiplicação não das rosas, mas corno da lógicas num país assente num chakra, melhor, numa chaga!) e tamos, déjà, a vivê em plena sociedade globalizante com requintes de malvadez hipebólicos? Ai, que must! O carro descontolado de jacarandá, neste país, anda mêmo a 280 km/hora (private joke)!


JPC- Sim pode-se dizer que sim, apesar de que eu diria que ainda vamos ter mais surpresas a esse nível e não me estou a referir aos novos tipos de pontos tricolíneos...

VG: À séria? (como dizem os Côcozitos com Adoçante e demais gerationis, geratione strawberry-fomatada)...Não me diga que vamos impotá, tamém, cereal killers em massa...

JPC- Ó minha cara senhora, estou-lhe a garantir- eu próprio já me inscrevi num workshop de macramé, pois estou a ver que não vou lá só com o crochet- é que, com os cereal killers, então, não temos chance alguma, pois os profilers garantem-nos que esta espécie de men e women corresponde à personalidade do(a) luso(a) e tanso(a) típico(a)- completa e cinzentamente low profile por fora e vermelhisticamente pazzado(a) por dentro, não nos esqueçamos que somos um país de implosivo-compulsivos em potência...Para além de que basta um deles não ser naturalíneo ou sê bem relacionado e é a polícia que fica como a grande criminosa que engendrou as evidences como forma de meter na jail cordeiros brancos com asas que não de fadas...bem, quando tb não os há nas próprias forças de segurança, como naquele caso csiano em que 2 meus colegas psycho engendraram tudo para meter dentro um inocente, enquanto eles ficaram cá fora e na esquadra, como se nada fosse, e tudo por causa de um deles ser administrador do condomínio, quiçá, com olho no apartamento vago, e de se querer vingar da vítima que deu como agressor...enfim, tb temos os casos dos Pspianos do Estoril muito afoitos ao alterne e até o de um comandante que se recusa a prender um autarca da sua localidade, mesmo com uma ordem judicial....olhe, isto anda mesmo muito híbrido e a crise económica e a miséria que nos pagam (até temos de comprar os coletes anti-bala, para além de outras peças da farda, veja lá! :) tb não ajudam e alguns de nós vão fazendo, assim, pela vida, que está muito cara...

VG: Uau! Ó senhô guada, insqueva-me já no work na shop- olhe, mas vou já avisando, se o mêmo fô ministado numa cela, exijo-a pintada de shock pink e só lá ento de algemas da mêma cô toneadas a leopavo, que eu sou infomalíssima, ma sou chiquérrima,
completely fashion e trendely trendy!

JPC- Não, não, minha distinta senhora, o workshop é leccionado na Academia dos Polícias à Beira de Um Potentíssimo Ataque de Nervos (APBPAN), uma filial da Casa-Mãe Inglesa de seu nome Neeting Policemen Living Over the Edge...

whose neeted flowerish bag? ©
VG: Ai, que conguência oganizacional, senhô guada, que hit!, é caso pa se dizê que a nuestra policia já tá convetida às mais nouvelles tendências complètement trendy oganizacionais pós-modeníssimas globalizantes... que orgulho, Meu Cosmos Benedictus!

Bem, meus caros lv (leitores-visores:)-target, cá vamos nós entá num carrinho de choque como nos receita a nossa quiduxa amicíssima
LLima, pa que vejamos o sol raiá nem que seja aos quadadinhos....Iiiiháááá! Cherioo my darrrlings!

PP  (Pós-Postado:) 1 :) a foto que publicamos é da Belita em England com o very British officer que inventou o Pimeiro Esquadão de Policemen, supa-acima mencionado, vocacionado pó crochet e macramé como táticas de relaxamento...

PP2 :)Nós enganámo-nos e confundimos crochet com tricot, o que é simplesmente impedoável. O tricot não é tão complexo como o crochet, credo! Digamos que o tricot é pa mentes menos destressadas...o crochet é para mentes mais aracnídeas, mais reticulares, mais spidermen...

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