cuore busy nest

cuore busy nest : . "A ciência nada tem a ver com o inefável: ela tem de falar a vida se quiser transformá-la"Roland Barthes, 1958 (ed. 1997 : 183) : . "Os Céus Dispensam Luz e Influência sobre este mundo baixo, que reflecte os Raios Benditos, ainda que não Os possa recompensar. Assim, pode o homem regressar a Deus, mas não pode retribuir-Lhe" Coleridge (maiúsculas acrescentadas :)

main images source :) we heart it ©

domingo, dezembro 09, 2007

Hugonote Chavascal volta a atacá com um papagaio na babalaica vemelha azeitona garrida...




VG: Notícia de ante-penúltima hora em deferido e ó dó: Hugonote volta a atacá em foma de calote, dizendo numa entevista, que reuniu as melhores patentes dos militares venenozuelanos (esta gente até estas avis rarae regista como aberrações da natureza pois sabem que poderá dá luco um dia destes), que a vitória dos seus inimigos intestinais perante o seu pojecto de refoma constitucional do goveno “es una victoria de mierda, mientras que la nuestra, que llaman de derrota, es de coraje, de dignidad”. Estas pérolas foram seguidas por um grito em uni-som po pate dos militares patenteados seus amicíssimos: “patria, socialismo u muerte”! How touching!
Ma Hugonote não se ficou po aqui- no seu espírito demoniocático tão típico, justificou a derrota com a imaturidade do povo p´á assumi o pojeto socialisto-poliotariozante. E ameaçou: " es que si, pedemos, ma cetamente que p´á póxima ganharemos, uma vez que vou obigá, pedão, estimulá, os populares a terem uma iniciativa- a de voltá a apesentá a refoma num momento mais opotuno". Peguntado sobe qual este momento numa entevista especialmente concedida a nosotras deste blop, afimou: "Sei lá, talvez, recorrendo à diminuição da população oponente... todos morremos um dia, não é? Sabe-se lá se os ventos da revolução não poderão varrer uns quantos!"
E, continuou: "Non perdemos nada. Non lo creen nuestros adversarios que lloramos, porque estamos más fuertes que nunca, vamos a seguir en frente, construindo el socialismo".
E, a segui, fisou o "empate técnico" (ET) ente as duas fações intestinais. E que é isto do ET, segundo o nosso revolucionário de estimação? Um ET é um alien, pedão, um ET é quando conta uns meros 50,7% dos eleitores que negaram a refoma, se levantam uns pujantes 49,29% que optaram pelo "sim" inequívoco.
Ma, memo assim, Hugonote Chavascal teve igual a si pópio, bonzinho, mansinho, muito respeitadô do póximo e das libedades individuais e colectivas, como convém a um ditadô demoniocata de isquierda! Assim, perante esta expessão da derrota, assumiu a vitória-"nada de admirá, é só uma questão de pespetiva", afimou na sua entevista a nosostras. "Si, poque nosostros não pedêmos, ganhámos, e a oposição que, aparentemente, ganhou vai tê de administá essa aparente vitória em pol da nossa. Sim, se esperássemos mais quato dias p´á sabotagem, pedão, contagem, dos votos, nós ganharíamos cetamente. Só admiti a minha semi-vitória no dia que quiaram pa iludi o poliotário- o domingo- pa não incendiá o país, que já não aguentava mais estámos a sabotá, pedão, contá, os votos". Ma lá chegaremos, só nos falta aniquilá, pedão, estimulá 1,41% da população. Estamos otimistas, o exécito tá com vontade de fazê a mão ao dedo, pedão, ao dente. Enfim, tamos quase lá! Já faltou mais!"
Intessante é vê este demoniocata com o seu papagaio de estimação ao ombo- dizem que o papagaio de tanto o ouvi já se tansfomou no seu Mini Me- discussa sem pará durante 7 horas seguidas. Os ditadores revolucionários, incluindo o Pincel, de Tuba, Uba, Uba, já combinaram fazê uma maratona de discussos destas aves falantes, pa vê qual aquela que já incoporou melhó a cassette. Coitados dos animais avículo-topicais, já nem conseguem voá com tanta palava matelada no pequeno cerebelozinho!
Pós-Postado (PP): Aviso aos mais sens´veis, afastem as quianças do ecã, pois vamos, aqui, vê duas imagens do nosso Hugonote enquanto adestadô do seu piriquito e enquanto adestado pelo seu idolozito de barrito!
Fonte das infomações e das sublimes fotos do Hugonotezito: (http://foreverpemba.blogspot.com/)

sábado, dezembro 08, 2007

Resposta icónico-esclarecedora do PicaMarreta..............................


VG: O nosso compagnon de route digital Picareta, de aumentativo PicaMarreta, já nos respondeu. Leiam, vale a pena espeitá o blogue ( http://vaisaonde.blogs.sapo.pt/) num computadô bem peto de vós! A pate da poca deixou-nos sem o vebo na língua.

Afinal, ele não é de todo homófofo, ma homólico, enfim, ele que nos queira concedê o in-dulto pela nossa insinuação venenolenta. PicaMarretaaa, ó PicaMarretaaaaaaaa, pedoe as suas fãs, nós vamo-nos já autoflagelá com um tapete dos lavarrabos! Aiii, credo, Belita, isto dói, bem que podíamos tê escolhido uma folha de impessão ou uma pega do fogão!

sexta-feira, dezembro 07, 2007

Ó PicaMarreta, vossa selência é homófofo? Credo..."Cada um é como cada qual e ninguém é como evidentemente"

Calos Sueli e Capitão Gay
(em intercomunicação em directo e ao vivo com o blog: http://vaisaonde.blogs.sapo.pt/)

VG: Ai, credo, PicaMarreta, vossa selência é homófofo? Que démodé, qui-atura!Não acha que o mundo é muito mais interessante divesamente colorido?

Não diga isso ao pé da Belita, que ela tem amigos mais pa lá do que pa cá e ela mostra-lhe as unhacas tiguesas não pintadas dos dedos dos pés! Ela é uma apoiante açoérrima das libedades individuais a todos os níveis - escolástico, plástico, existo-sexual, ete cétera. Diz a cachopa que, de si pa que si (pa ela), só tem a vê com a vida íntima pópia e do homem da sua (da dela) vida, de resto, entendam-se e sejam felizes. Ela cita muito a popósito o Parafuso, um gande cómico moçambicano: "cada um é como cada qual e ninguém é como evidentemente", i.e., cada um é live para sê o que é e o que deseja, desde que o faça com adultos e com mútuo consentimento, desde que não faça mal, ma só bem, a alguém, pocurando a sua merecida felicidade com quem lhe apouvé. O qué que o PicaMarreta qué? Esta garota nasceu na terra do Capitão Gay luso e tanso!

Olhe, ma como eu tenho de mantê a minha postura sensacionalisto-espectacularizante, vou difundi aqui uma notícia de última hora do ano da desgraça de 2003, encontrada no sítio, não do Pica Pau Amarelo, ma lá peto: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI143122-EI306,00.html. Reparem meus caros leitores como a Língua luso e tansa no registo basileiro ainda é mais ambígua do que a vesão europeia:

"Brasil
Sábado, 13 de setembro de 2003, 22h34
Capitão Gay deixa Pelotas rumo a acampamento
Vestido com a pilcha (traje típico do gaúcho) com bota, chapéu e bombacha, o advogado José Antônio Cattaneo, conhecido como o Capitão Gay, deixou a cidade de Pelotas, onde reside, para participar, no próximo dia 20, do desfile que homenageia a Revolução Farroupilha.
Cattaneo, empunhando a bandeira do Movimento Gay, saiu hoje à tarde de Pelotas e deverá percorrer cerca de 40 quilômetros por dia até chegar à capital gaúcha.
No ano passado, o Capitão Gay, então candidato a deputado estadual pelo PPB, foi impedido de participar do Acampamento Farroupilha, por tradicionalistas acampados no Parque da Harmonia, zona central de Porto Alegre.
Mesmo tendo sido mal recebido na edição passada, o Capitão Gay promete repetir o feito no desfile de 20 de setembro. O Acampamento Farroupilha segue até o dia 21 de setembro, com 2,5 mil tradicionalistas acampados no Parque da Harmonia, em homenagem à Revolução Farroupilha. Neste ano, pela primeira vez, o desfile terá alegorias e carros alegóricos, mostrando como foi a revolução."


Já nouto sítio ( http://www.jornaldacidade.net/noticia.php?id=71394&PHPSESSID=ce3f8482fbbc2e5128123ab139214ee3 ) vinha a seguinte declaração de António Catana:

"Capitão Gay sofre atentado em Pelotas
26/07/2007:
Nesta terça tive a oportunidade de registrar atentado em que fui vítima recente de indivíduo que, ao depois, fui saber, tem longa estória de agressões àgays e travestis, mantendo-se impune, pois suas (outras) vítimas, nada registram, por medo de represálias. Ele é perigoso.Omiti o nome completo do cidadão, pois ele não foi preso em flagrante mas, vou tentar responsabilizá-lo criminalmente. Já comecei os trâmites.
José Antonio San Juan Cattaneo - Capitão Gay
Enviado por Beagay MINAS"

Ma, ó Belita, já não é do meu tempo, ma não era o Jô Colares que fazia uma pesonagem de nome Capitão Gay no Rifa O Godo, na TV Pluto a pati de 1982? As minhas investigações apuraram o seguinte: esta pesonagem, repesentada pelo Jô, era um homem aparentemente staight, o Comendadô Gouveia, que se tansfomava no Capitão Gay, "o defensô das minorias", mal ouvia um "socorro", pocurando uma cabine telefónica e começando a abaná as mãos enquanto se metamofoseava. Este supé-herói muito inspirado no Batman tamém tinha um assistente, ma não se chamava Robin, ma sim Calos Suely, sendo intepetado po Eliezé Motta. Quando se metafoseavam, envegavam um unifome cô-de-rosa e guitavam: "Cheguei!" (fonte http://www.athosgls.com.br/noticias_visualiza.php?contcod=20656 ). A música da dupla era a seguinte: “É o defensor das minorias/ É sempre contra as tiranias/ É avião? É passarinho sem rabicho?/ Ou se parece mais com outro bicho?/ É o Capitão Gay, gay gay/ Capitão Gay”.

Infomação sumplementá: parece que a comunidade gay do Basil não apecia muito o Jô Soares. Po que será?

Invasão vacólico- compulsiva do espaço digital picamarretesco po me, myself and I. Respostas bélico-unanimisto- censurantes


PicaMarreta escreve no seu blogue: http://vaisaonde.blogs.sapo.pt/)
"Alentejanices Fura-cão : . O mê primo Maneli é tã garanhão, mas tã garanhão, que lá na terra inté o tratam pro feminino de Furacões. . Ri-caça : . Lá na minha terra há uma Latasfundiária qué tã rica, mas tã rica, que qando empreende em mudar de pinteado, manda as perucas todas ao cabelêrero. . Caféi : . Há dias fui à Cidade, fazer uns mandados à Patroa, e apeteceu-me tomar um caféi. Entrei numa Pastelaria toda finésse, cheia de Madames com casacos de péis (quê cá nestas coisas, gosto de m´amandar de cabeça); vêo um Empregado e préguntou-me se ê era dos Fumadores ou dos não Fumadores (se fosse duns ia para uma Sala, se fosse doutros ia prá Sala ao lado). Lembrê-me logo do mê Padrinho me ter arrecomendado pra nã tomar partido por ninguêm, e arrimê-lhe : Nã fumo, nem gosto de dêchar de fumar, por isso sou Aneutral. Tiveram que prantar uma mesa no mêo das duas Salas, pôs então ! Cá ó Chico Malaguetas já ninguêm faz o carrapato atrás da orelha ! Ora ca ganda porra. Era pra ficar incórnito e, afenal, já disse o mê nome."


(janela televisiva vemelho leopavo com letas do alfabeto amarelo tubarão pa mudá de intelocutô):


VG: Comentário de me, myself and I: Comentários: De Vaca Galo a 7 de Dezembro de 2007 às 17:27 PicaMarreta, pensava que era só você que invadia o meu blog ainda que de foma boomeranguesca? Pois, olá cá tou eu com um novo desodorizante que fá desaparecê a pessoa mais enevante ( a não sê a me, myself and I)! Não não sou o Brise Contínuo, my name is Galo, Vaca Galo. Adiante- então você, respeitando à leta a tadição lusa e tansa, é neutal? Que embaraço, que desfibrose, que metempsicose! Então acha que é a neutalidade que salva este país desorientado? Então não lhe chega o exemplo da Segunda Guerra Tibal, em que o Sal e Azar com a sua neutalidade nos impediu de morrêmos quase todos bombadeados pelas topas de dois dos Imãos Metalha- o Adolfo Hiper-Monsto e o Passadíssimo Tanco- e, assim, de beneficiámos do plano do Marechal? Umas bombitas teriam sido um acto higiénico- olhe o caso da Baixa Lisboeta- acha que hoje havia o poblema dos pédios a caí de pôdes à espera que impludam po si pópios, pa que se constuam vedadeiras obas de ate sububanas? Não, teriam logo sido abatidos à bomba pelos aviões da Rraff, Rrraff, Rrraff! Agora flashbackei e lembei-me daquele desenho animado canino que só rosnava. Tá-me a escapá o nome da qui-atura banda desenhesca! Será que era o totótipo da pandilha gemânico-alada nacional-totalista?
E, agora, veja lá se concoda comigo quia-tura, não me cutuque, que eu faço-o virá estuque! Eu agora, como sou pós-modena, tou a segui de foma muito light e veloz a máxima do unanimismo: "pensemos todos em uni-som e ultapassaremos a barreira do bom". responder a comentário discussão


(janela televisiva vede elefante com sininhos cô-de-rosa zeba pa mudá de intelocutô):


"De picareta escribante a 7 de Dezembro de 2007 às 18:04 "VacaGálica,Cudadinhos qu´essas invasões da porpriedade alhêa qu´indà faço compratecipar no I.M.I.-tações. Ralmentemente, ná nada como ser Aneutral : nem Pêche nem Carni, tipo... Mari(s)cas. E nã me venha cá qu´essas históras velhinhas da Ganda Guerra, quê nã gosto nada dessas cousadas anticuladas. A preposeto : esses bonecos alimados do raf,raf,raf chamavam-se, pro cá, "Os Gloriosos Malucos das Máquinas Voadoras" (acho que já eram partorci nados pelo Ted Bules). Agora vá mas é escreveri a sua Córnica no VacaGalo, quê já tenho a resposta na ponta da linga. Mai nada!O Grã-Mestre Toucinheiro, Pata Negra de Montado"

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Picamarreta, em vez da fuminância taseiral vou-lhe enviá um explosivo postal de Natal...

(em intercomunicação em directo e ao vivo com o blog: http://lavailama.blogspot.com/)

Sua Leviandade Asséptico-Contagiosa, com a sua campanha inté-cósmica canino-dejectal,

estagou-nos o Natal neste tão lindo Potugal!

(em intercomunicação em directo e ao vivo, por enquanto) com o blog: http://vaisaonde.blogs.sapo.pt/)

VG: PicaMarreta, ai, ai, ai, que o leite está a azedá e eu ainda não o fiz i pastá…Olhe que este “Debate do Estado da Ração” já tá a pô os meus cornitos ao ritmo do turbilhão que me tá a stressar o coração (eu ando muito poética, agora, às vezes, só dou respostas em vesso, cai melhó e é menos corrosivo‑calcinante, embora, memo assim, haja gente que não apecie. Paciência, não se pode agadá a Tevos e a Macianos "e eu naci assim, eu creci assim, vou sempe assim, Pantaguelaaa, Cavo na Canelaaaaaaaa. Quem me imaginou, quem me nomeou poco me impotô é assim que eu sou Pantaguelaaa, Cavo na Canelaaaaaaaa" (Pantaguelaaa, Cavo na Canelaaaaaaaa ©).
Mas o vírus já o conspocou, qui-atura? Ai, credo, que piroseira, não há nada pió que apanhá um vírus- só memo apanhá piolhos ou memo carraças campesinas!
Churrascá-me e mariná-me em líquido venenoso-galináceo? Tá pa vi o dia, não sabe que, quando me enevam, viro surucucu? Bem, se se atevesse a comê um arroz de cabidela feito com o meu sanguinolento, que nenhuma galinha há-de alguma vez tê, havia de vê- desencanava num apito, que eu sou muito boazinha, ma quando me cutucam viro buxinha e daquelas tipo Madame Mim ou memo tipo o meu gande Meste Mancha Nega. A Belita que o diga, ponho-a fita, quando me irrita!
Não sou anoraktica, sou slim, sou light, sou thin, sou right; sou hit, sou hot, sou flip, sou flop ou será plot?
Olhe, quando à capacidade leiteira, ainda bem que o Cosmos me livou da canseira, credo, que eu não invejo as minhas pimas- sempe na labuta sem povarem da futa.
Ó Picamarreta, não são Os Tansíadas, são As Vaquíadas ou Boviníadas (com fome as edições), a sério, teja convicto desta minha assunção- eu sou uma poetisa light, ma sempe bright. Sou o máximo, sou um clássico, sou o melhó da bovina quiação. Ó Belita, sua surucucu desgovenada, sua invejoso-alvejante, agora, não apoveite a dica pa me dá uma pica com a sua corrosiva posa cotante.
(janela televisiva nego pinhal do Conde Trácula com flores bancas quintal de S. Pedo pa mudá de intelocutô):
Ó Sua Leviandade Analgésico-Anestesiante- o efeito odorífero nauseabundo da sua campanha anti-caganito-canina ana bolizou-o ou amodaçou-lhe a poficiência linguaruda? (em intercomunicação em directo e ao vivo com o blog: http://lavailama.blogspot.com/) Comunique-se con nosostras ou invadimos o seu blogue e obigamo-lo a recitá em voz alta os nossos comentários, com a ponúncia de um politlota!
(outa janela televisiva cô-de-rosa Lili Top-eças com papoilas vemelhas José Peto po Banco pa mudá de intelocutô):
E, olhe, Picarreta, não goze com a Amarra a Benta, que a Belita passa-se e vira de novo leopava. A cachopa é um paradoxo- tem uma vesão pugantizada que a convege para o abaço abori no colo, tem outa zuluesca aficanizada que a conduz à Enti da Fada. É que não se compeende- às vezes, parece um anjo, às vezes, uma vespa de matelo em punho. Olhe, cuidado, que ela convege três facetas marretas: a implosão explosivo-edificante.
Não me fale do João Caesar Porteiro, que os meus cornitos mirram e ficam baços, a sério, não sei poquê!
Ó quiatura, não me leve à seputura, o blogue da Belita muito dado ao lado vede da existência não é esotérmico é esohistérico, é esotriférico, é esoteleférico! É tudo isto num só, po isso é que é, tamém, como el nuestro, completamente, desvairadamente, desalmadamente pós-modeno!
E, po favô, não me fale em touradas, que eu fico com as patas cuzadas. Eu sou um exemplo p´ás minhas pimitas exploradas pelo patonato aficionado, sou-o, tenho de o admiti, sou uma quiatura bovina emancipada, descomplicada, a quem calhou a sorte de não i pará ao recinto conspocado de uma tourada. Qué dizê, este nosso blogue não foge do conceito, mas é muito mais escorreito, aqui, não se vete sangue inocente, apenas se dá à língua e ao dente!
Ó qui-atura- eu não nasci em Madagáscá, eu sou saloio-andaluza, quem nasceu no Índico foi a Belita, talvez po isso seja, po vezes, tão obtusa. Qué dizê, ela não nasceu no Oceano Indiano, apenas à fente de uma maginal lindíssima chamada Matuti, pedão Maluqui, ou será Macuti? Tá a vê como eles têm nomes esquisitos? É que não há pachorra pa estes moçambicanos! Po isso é que ela fala em código! Não se lemba da entevista que lhe fiz a popósito da tese dela e do suplício que fez os pofessores passá? A cachopa é mais complicada que a dinastia de Avis (Rara), ma apesenta aquele á de Babie simplisto-estereotipificante (by the way, diz-se que ela pinta o cabelo, que não pinta as unhas, nem arranja as sobrancelhas).
Quanto aos costumbres lusos e tansos que refere tenho de o afimá: gosto de fado, mas a Belita, essa macacóido-arborical, com aquele mau feitio dela, não mo deixa sequé tauteá (diz que a põe em polvorosa!); cozidos nem vê-los, só com bocaditos de chocomint; e touradas, tá a bincá, não? Pegunte a um peixe se gosta de pescarias, a uma barata e a uma ratazana se gostam da desinfestação doméstica e municipal. Então tá a vê? É uma questão de coerência oganizacional e de sobevivência instintiva. Quanto ao toucinho, é uma questão de solidariedade pa com os meus amiguitos suinitos. Temos de sê todos uns pa os outos, não é? Pincipalmente, nestas quadas muito dadas aos abaços quiduxos- deixemos os pontapés e os tocicolos pa Janeiro, lá pela fesquinha. A não sê que possamos sê outos pa todos uns, ceto? Ai, credo, lá tou eu com esta expessão taiçoeiro-cutucante outa vez! Se o Plinto da Tosta me ouve, nunca mais me deixa entrá na Imbicta e eu que adoro aquela cidade, Meus Cosmos, como lá está é bom ao som do Moê et Chantons!
Má língua de finca o pé, je, moi, ich, me myself and I? Então, se eu até sou tão autoflagelante, é que uma pessoa não pode sê mais do que a sua natureza o pemite! Sarává, saracuti! Tenho o ego do tamanho de um elefante, ma sou memo mais pó elegante.
Picamarreta, au retoi que já vou tade. Só você pa me fazê tá à fente do odinadô a esta hora! Apre, que você e a Belita podiam montá uma barraquinha de Treme Ossos!

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Ai, que bem que se está numa casinha pequenina, asseadinha, quentinha, cosmicazinha, pobrezinha, orientadazinha, sem dissidências de maior...




IAM: Vaca Galo, já estou como as outras: "Não podia dizer melhor, tirou-me as palavras da boca, parece que a telepatia uniu as nossas almas gémeas para dizermos em uníssono o que a nossa massa ence-fálica pensa em coro".

Ó quiduxa, o que qué que lhe diga? Uma resposta só deste tipo- galhofeira. Que outra poderia eu dar a gente que só se ouve a si própria e às suas compinchas seguidistas? Iria pô-las em polvorosa, as private messages iam voar como pombas brancas na época natalícia e corvos negros no resto do ano, a senhora nunca se iria pôr em questão e os seus dogmas continuariam a ser canonizados, iria fazer de tudo, outra vez, para pôr nas boca dos outros o que acabara de dizer e arranjar confusão naquilo que deveria ser um debate civilizado. É que isto é, no mínimo, sinistro-cómico- quando estamos perante discursos orais, o sujeito até pode pensar que disse uma coisa quando verbalizou outra; agora, com os comentários de um blog à frente que, embora numa linguagem oralizada, não deixam de ser escritos, estar a querer dar o dito pelo não dito e imputar as suas próprias palavras aos outros só lembra a mentes, no mínimo, uníssonas, no máximo, autistas. É que fica mal, revela uma incapacidade para a auto-ironia, para o respeito pelos outros, uma clara tendência para a repressão da capacidade crítica própria e alheia. Creio que, por isso, é que a senhora os apagou- seriam, sempre, uma mácula no seu blog dedicado ao arco-íris do lápis azul- aquele que parece cor-de-rosa, mas que, de facto, revela a sua faceta negra.

Ai, VG, minha amiga, como é triste ainda confundir-se liberdade com libertinagem, educação e humildade com seguidismo e servilismo, respeito com censura, autoridade com autoritarismo! Enfim, vícios herdados que, depois de 33 anos, ainda persistem, e o que seria mais engraçado se não fosse trágico, tendencialmente, nos indivíduos que andam, frequente e acerrimamente, com a palavra liberdade na boca! Haja pachorra para gente que segue o lema: "faz o que eu digo, não faças o que eu faço".


O baton azul da libedade light...


VG: Ó Belitita, já ando há alguns dias pa lho perguntá: po que é que a menina não respondeu àquela sua colega do Soleil, muito afoita, também, à leitura daquela oba- O Deguedo- que quia pô as palavas dela na sua boca e não aguentou as suas respostas, recorrendo à censura como estatégia? Será, perguntei-me eu de mim pa que mi, que a senhora em estado de sítio apagou, de novo, o seu comentário? Muuuuuuuuuu..........Acho que não, deve tê sido a Belita que não lá voltou. Tem razão, pa casamentos, baptizados e assados não se vai sem sê convidado.
E o que acho mais divetido é que à senhora em estado polvoroso-implosivo dá-lhe pa esquevê aquelas coisas sobe o lado nego da existência deste país- do regime da antiga senhora, da TIDE, da opessão, da disquiminação-, ao memo tempo que defende, na teoria, o lado alvo da vida, da luz, do sol, da amizade, o lado cô-de-rosa da vivência, ente outas coisas muito hit, ma muito mal com textualizadas em atitudes conta ditórias.



Tou-lhe a dizê- a senhora, em si, é um contasenso, é uma negação de si pópia! Então, alguém de mente live apagava comentários educados, sem qualqué tipo de ofensa, só poque lhe descobia a careca? Ai que falta de mecanismos de auto-ironia! Eu, cá pa mim, a amiguinha egocêntica pôs-lhe um comentário no seu poste sobe o pedão pa que a Belita desse a sua opinião no da outa e a demoniocata pudesse metê-se consigo. Olhe que elas são muito dadas a mensagens pivadas de comades amicíssimas, no espaço telúrico só mostam o seu lado de "pílula dourada", como convém, ma no "sacossanto recanto" (Sinhozinho Malta ©) do lá digital soltam a fanga e a casca do ovo pate-se, o veniz estala e o covo nego libeta-se! E já dizia a Vera da Lagoa: cuidado com as sonsilíneas, quando atacam fazem-no pela recta da guada.



É que estas qui-aturas, sem terem disso consciência, são as vedadeiras hedeiras da mentalidade pequeno-buguesa burocática da repessão tidesca. Dizem-se muito lives, poclamam a libedade po todos os poros da existência teórica e, depois, na pática, são o que de mais anti-democático, mais opessô e repessô existe. Pa elas, sê amigo implica sempe tê as memas ideias. Enfim, o que é que se há-de fazê? Elas tão memo habituadas àquele discusso de época natalício-passiva tipo: "beijinho, és linda", "é memo isso quida, nem ninguém pode dizê o contário", "tiraste-me as palavas da boca", "nem sei o que dizê, parecia sê eu a esquevê o que disseste", "ai a tua linda casinha que bonita é ao som do unanimismo e da lambe-botice", " ai que bem que se tá numa casa em que toda a gente pensa o memo", "ai que paz pôde exteriô se vive nesta casinha dedicada aos lavores femininos". Não parecem fases típicas de defensores do antigo regime? Eu cá acho que sim- o Sal e Azar ia ficá todo contente com discussos destes.
Ai, se fosse eu, dava-lhe logo uma resposta, que falta de chá! Po falá nisso, a Belita não lhe qué oferecê uma latita de chá no Natal? Daquelas que o seu Pai tem de Macau. A senhora tá mesmo necessitada!
Olhe, pela minha pate, e já que vai apagá todos os comentários que se lhe opuserem, fica aqui a minha penda de Natal em foma de vesso pá senhora libetário-contaditória (ho!ho!ho!):
"Numa casa potuguesa fica bem concodá sempe com o anfitião (a anfitiona, neste caso) e se, po acaso, educadamente, rebate alguém os nossos agumentos, os seus comentários são logo apagados pela nossa caneta azul da revolução. É uma gande riqueza tê sempe a libedade em cima da mesa e o lápis azul debaixo do colchão!"
Ó Belita, e a menina entendeu, não foi? Engaçado, elas têm sempe comentários destes ("entendeste não foi, minha querida?"; "tu bem sabes o que quero dizer"; "nem preciso de te dizer mais nada, tu sabes"), muito típicos de gente muito bem educada que tansfere os seguedinhos comadísticos para o espaço vitual. Aquele meu poste intitus latus: "A fluidez fagmentada das invejoso-compulsivas..." é, claramente, dedicado à amiga egocêntica. Já reparou que ela agora se identifica com um sorriso tipo Maga Pato da Lógica? Tá ceto, até tem a sua conguência oganizacional....
Olhe Belita, ela conseguiu-me contagiá com aquele post do sou assim, ma não sou, tou em todo o lado, ma não tou, parecia aquela canção daquele cantô potuguês que esqueveu umas letas mais pofundas que muitos intelectuais apofundados ( o António das Variações). Ma, voltando ao touro a fevê, e respeitando o espírito natalino, posso dizê que sou tão boazinha, sou assim, gosto de oferecê estas pendinhas a cachopas tão quidas, tão lives, de uma beleza interiô tão gande! Um gande abaço, quiduxas, eu dáva-vos um conselho: insquevam-se num cusso de auto-flagelação leccionado po Sua Leviandade Esotérico-Atmosférica, vão vê como a vossa capacidade quítica sobe um bocadito e as vossas contadições vão pelo cano! Apre, é peciso não ter um espelho no WYTC (Wipe Your Trousers Chip, ai Ship, ai Sheep, ou lá como é que se diz)! Ó Sua Leviandade Elefanto-Coporativa, aceite as insquições das cachopas, ma faça logo um x à fente, poque não se esqueça daquela lição do filme do Jaque Nicol Sun- O Terapia em Choque- as implosivas são bem pió que as explosivas em momentos de incontinência- soltam a fanga e a casa vem abaixo!

PicaMarreta, você tá a pedi uma fulminância no taseiro, qui atura!

(em intercomunicação em directo e ao vivo, por enquanto) com o blog: http://vaisaonde.blogs.sapo.pt/)

VG: PicaMarreta, você tá a atingi os limites da nossa espaço ciência! Não se estique, não nos complique, não nos cutuque, que o toturamos ao som do batuque (moçambicano, claro está- sabia que a Belita tamém toca batuque? Ai credo, esta moçoila devia regressá à selva matal e deixá a da cidade, um bicho do mato nunca se dá bem na ube!).
Pois saiba que os Maconde são um dos únicos povos guerreiros de Moçambique, habitam o note do país e foi na sua zona que começaram as fulminâncias turrescas. Você não sabe do que um maconde é capaz e não falo da fábica de roupa! Não palite os dentes com as flechas maconde que vai ma não sabe pa onde e nem o He Cule Poix Roto des-linda o caso!

Ó suíno-aduladô, meto-me em tudo, sim, senhô, senão não seria uma repóté sensacionalisto-espectacularizante- andava a vê passá os tios e os estios! Hi-popóta je, moi, me, myself and I? Banda-cáustica, ich? Ai, segure-me, Belita, que eu vou furá-lhe o vente com os meus conitos com que o Cosmos me adonou! Pois saiba que sou uma vaca muito elegante, muito chique, muito tendy- todas as minhas pimas das Lezírias seguem as minhas tendências iconoplásticas, antes memo da Vi a Tory com o Beca-me usá o tapito e os adonos (não falo dos testais)! Aquela, tamém, só pensa nisso e nas obsessividades-compussivas do marido, qualqué dia o cachopo dá um traque sem querê e a mulhé lá tá, qual um Big Trouble caseiro a repotá-lo aos taboloídes de Sua Majestade! Sabe que ela esqueveu um livo e regugita-se de nunca tê lido um? Ai, Meus Cosmos, há cada uma! Eu até duvido e ó que dó que ela saiba esquevê uma fase completa!


Vaca Marylin, Cowparade Rio de Janeiro, 2007


Olhe, mas o nosso espaço telúrico também tá cheio de moçoilas deste calibe, o que vale é que são poucas que se atevem a lançá-se na turtúrea das letas, poque, memo assim, dá muito tabalho, é mais fácil mostá o copito em público! Aqui é mais os futebolistas!
Veja lá que muitas tiescas têm o nariz mais arrebitado que alguma das nossas rainhas petéritas, ma até dão erros nos cheques que esquevem! É uma questão de inconguência oganizacional de novo! Entam nas lojas como pavoas, quando lhes dá pa não usá o catão de quédito e passá cheques pé-datados, revelam a possidónia que houve sempe dento de si e lá esquevem "cecenta"- é uma tagédia lusa e tansa a iliteracia pseudo-tiesca emplumada!
Já diz a Belita- manias só as da Rainha D. Ah Melia e do saudosíssimo Rei D. Calos e, memo assim, já patiram p´ó Cosmos, pa onde todos vão, independentemente da cô dos vasos sanguinolentos.
A popósito, vou aqui citá uma máxima tão intessante de Montainhe:

“Sentemo-nos no mais alto tono do mundo e ainda estaremos sentados sobe o nosso pópio taseiro”, que é memo que dizê: a sanita pode sê feita de barro, de louça ou de ouro, ma quem lá se senta faz o memo que todos los otros, i.e., matéria biológica náusea das bundas.

Mas, voltando ao lado pseudo-tiesco da existência, estas espécie de men é que apanham bastante sol, ma memo assim não iluminam a moleirinha! Queimam é a facies toda e, depois, vão para as plásticas. Então, qui-aturas tão viajadas (nem que seja só em sonhos) não sabem que o sol é o pincipal fatô de envelhecimento da pútris?

E quando lhes dá p´ás entevistas light? Quando chega ao momento da escolha dos livos é um suplício- peguntam a toda a gente qual a oba mais hit e hot do momento e, às vezes, não se dão conta e lá põem: "Guia da Razão Light" do Canto, pensando que se tata de alguma oba esoesférica! Mas enfim, como as aparências é quem mais odenam, lá passam elas po gandes alfalabutas!

Ó homem, você não leu o poste da Belita no blog esoesférico dela ( http://briefnewworld.blogspot.com/) sobe a campanha mundial a luz IVA ao abaço abori no colo? Tá lá tudo escarrapachado, não peciso de me adiantá mais! Não pecebe que a Belita é uma especialista da selva aficanizada? Ela sabe todos os tuques dos bichos do mato, que a selva também tem o seu strass- já viu o que é vivê com uma data de bichos a quê-lo elegê como pato pincipal? É um strass contínuo! E as surucucus? Ai as surucucus, nem me fale das surucucus!

Eu não lhe disse p´abaçá as pombas, qui-atura, eu discorri o meu pensamento em temos meta-eufóricos: soltá a pomba banca que há dento de si é lutá conta aos abutes negos que, às vezes, nos rodeiam a mente, memo aos mais alvíssimos! Não sabia que o lado nego da existência tá sempe a querê tentá-nos, fingindo-se cô-de-rosa? Ai, credo, aborize-se, palomalize-se, vai vê que até vai derretê com mais eficiência a godura que ingeri no seu jantá mego-suíno!

Olhe, quanto à ementa das saladas, posso já fazê o pedido sem a cata- pefiro a das ovas, que as outas, nem com uma Cala a Chnikov apontada às têmpas! By the way, sabia que a Belita já teve, em pequenita, uma Cala a Chnikov da Frete e Limo apontada à cabecita? Coitadita, po isso é que ela é tão pacifista, ma não passiva!

Tá-me a acusá de tê panhado demasiado soleil na minha cabecinha estonteante e tê ficado speed alada? Ó quiatura, eu sempe fui auto-suficiente, não me peciso de me enfascá em Ted Bull e loco weeds pa ficá contente! Vou-lhe, em jeito de resposta ted bulliana, devovê o enfaduncho, ma com o otimimo espectacularizado da pós-modenidade (sim, que o fado é um enfado, a não sê quando a Mar e Lisa, outa moçambicana, e outas cachopas mais pós-modenas se põem a entoá-lo. Gaças ao Cosmos que houve renovação do palco, que já não havia pachorra p´ás memas caras de sempe do estado do quo! Mais parecia a nomenkla atura soviestética). Aqui vai, seu pocino-devoto:



Speedy Myself over the Indian Ocean with my fellow mate Speedy Dolphin


My name is Galo, Vaca Galo,
Sou uma vaca estelada,
Vivo na e com velocidade,
Sou uma sex symbol adulada,
Sou um sê da pós-modenidade,
Sou uma hélice descontolada na água estagnada.
O Sol é memo a minha estêla,
Sou uma supé-stá iluminada,
Tenho tanta enegia amazenada,
Que qualqué dia dá-me na veneta,
E vou paticipá no concusso do Ted Bull,
montada não numa bicicleta, ma numa avioneta.
Sou como os coelhitos da Doura a Cela,
Toda a gente me diz que sou tão bela,
Vivo o carpe da pia hedopista,
Sou uma estêla, sou um cometa,
Sou tão hit, sou tão hot,
que o meu nome não consta da telefónica lista!
Sou um móbi auto-flagelante,
O meu ego é do tamanho de um elefante,
Da minha boquinha só saem vedades,
Pa livá este país das comuns bovinidades,
Pa exultá as massas ao depurante pugante,
Pa livá-las do erro da vida sedativante,
Pela meu estatuto de repóté sensacionalisto-espetacularizante.
Nunca tavarei, jamais me calarei,
Sou um ser anti-Hugo Chavascal!
Corre em mim o sangue quente da lezíria adente,
Da garra caliente dos nossos hispano-vizinhos do lado,
Dos mais empolgados habitantes deste pós-modeno Potugal,
Deste light e sedado país à beira-mar encalhado!

Ó PicaMarreta aqui tá- tá contente qui-atura? Fê-me fazê um fado, eu que detesto enfados!
Olhe, mais uma coisita, po Amô ao Cosmos estelado, não me inveje (leia o poste da Belita sobe a inveja no blogue esosférico dela ( http://briefnewworld.blogspot.com/ ) e aqui memo o poste sobe a inveja feminina ("E a inveja traiu a mulher..."), que se distingue da masculina, ma ponto, é uma pinta de referência, é que não há pió enegia que essa, afasta, afasta, afasta, delete, delete, delete, erase!
Ó homem, se não é muito dado ao lado vede da existência, abace-se, então, ao menos, a um avião (àqueles sem hélice à fente e nunca àquele convetido em bar devotado ao lado sexy da existência, à fente do aeroporto, não convém, é muito fulminante!), vai vê que num ápice fica com mais enegia! Apre, que a qui-atura é insistente!

domingo, dezembro 02, 2007

Resposta icónico-infomativa..........................

E deixe-nos em paz, que nós já demos po demais o copo ao manifesto!


(em intercomunicação em directo e ao vivo com o blog: http://vaisaonde.blogs.sapo.pt/)

VG: PicaMarreta, olhe que nos tá a fazê vazá o recipiente. A Belita já foi buscá o aco e a flecha macondes- são os mais motíferos, têm veneno nas pontas. Derrubam um elefante antes dele piscá um olho! Ma você fequenta esses sítios pó esquisito das Má-zonas? Credo, Saravá, Ia Manjá, Ma Não Manjou! Ó PicaMarreta, com essa e com as tatooagens já não petence memo ao nosso clube, nós somos muito dadas ao lado alvo da existência, rejeitamos totalmente nódoas e manchas náusea bundas (somos até discípulas do lema do Cromo: "Banco mais Banco não Há! © Cromo). Quanto à contra dicção, tem toda a razão- não reparámos nela- então vocemessê dizendo que é iletado esqueve do hospital a alguém? Não me diga que foram as fulminâncias que lhe despoletaram os conhecimentos que teve na vida anteriô?
(janela televisiva azul BNW com nuvens douradas Cóco Chanel pa mudá de intelocutô):
Ó Sua Leviandade Esferográfico-Titubeante: o Picareta tá com uma quise reminiscente! Ponuncie-se quiatura, que o seu silêncio ainda nos leva à sepultura! (em intercomunicação em directo e ao vivo com o blog: http://lavailama.blogspot.com/)
(outa janela televisiva cô-de-laranja marroquina com nuances vedes indianas pa mudá de intelocutô):
Ó Picarreta, quem é qué atingi com essa dos intelectuais instantâneos, tipo Pudim Tãtã? Olhe que eu sou muito pós-modena, gosto muito do lado instantâneo da vida, ma leio muita revista cô-de-rosa e notícias espectaculosas, vejo muita tetúlia pink e ouço, sempe, os conselhos da Pofessora Doutora Stop, Pára o Normal, Saia (ou será Paia, ou Naia, ou Laia? adiante...), sou uma quiatura bovina muito infomada e infornada na cultura geral wikipédica, quanto mais geral melhó, que, hoje, a generalidade dá-nos a ideia da profundidade sem o sê, isto é, não nos dando muito tabalho! É que now a days já não é como dantes, agora temos muitos com textos e temos de tar em cada um respeitando a velocidade da luz (já dizia o nosso quido Albeto Ein She Tein: E = Ted Bull x Mente Light2). Quem não o faz passa por petencioso. O que tá a dá é dizê nada fingindo que se diz tudo. Não houve as respostas dos nossos políticos?
Quanto à notícia relâmpago, lho digo: só empesto a minha imagem de maca a campanhas meritórias e esta é-o sem dúvida- é uma questão de sobevivência- vocês não sabem ao que as cachopas são sujeitas, uma babárie! Eu sou uma sotuda, sou uma vaca emancipada, ninguém me põe o ferro a adê nas costas, mas as minhas pimas, taditas, tão um farrapo bovino e nem loco weeds têm pa se evadi do estábulo, como as amaricanas! Ainda falam mal do El Dorado, ao menos lá, há tudo como no hipé-mecado!

Ourselves somos autênticas, não andamos po aí a espectacularizá o silly cone!


Ourselves (a Belita com as pimas)

Miss Piggy

(em intercomunicação em directo e ao vivo com o blog: http://vaisaonde.blogs.sapo.pt/)
VG: Ó Pica Marreta, ru-minante, moi? Mirandesa, je? Ovo a cavalo, me, myself and I? Modena ich? Fique sabendo que não rumino, trinco; só fui uma vez a Mirandela e gostei, mas não voltava, faz-me cieiro nos cornitos e aquelas postas parecem um tijolo- nunca vi tanta vaca mota junta num só pedaço-; não sou muito dada ao hipismo- faz as pernas aqueadas- e os cavalos dão-me nevos (são animais muito tansos); ovos nem vê-los, po causa da guipe avículea; e modenismos nem po um tinóculo - sou, completamente, pós.

Quanto à paloma, solte-a que nós apanhamo-la- neste momento, dáva-nos cá um jeitão, o strass tá a dá cabo de nosotras e cheira-me que os Imãos Metralha andam po aí! Pombas bancas são sempe bem-vindas, especialmente se vierem tipo boomerang, é tão chique este ob-jecto, lemba-me umas magníficas paias da Austália onde vi uns aborígenes a lutá conta a vento de foma circulá. Eles são muito dados à recussividade mítica que, como se sabe, não deve nada aos ângos rectos! Ai credo, esta nem eu pecebi!
Não se abace a um ávore, não, que vai vê o que o strass lhe faz às reentâncias venenosas. Olhe que a clorofila é mais poderosa que qualqué Ted Bull que compe- não o faz voá, isso não, mas limpa-lhe os ácaros muito apegados ao ego.

Po Amô À Santa, olhe que não tamos memo insquitas- vê algum totótipo no blogue? Então, aí tá. Acha que nós nos insquevíamos sem colocá cá um totótipo? Não vê que nós tamos totalmente convictas das leis do mechandising? Claro que nos aconselhámos consigo, um vencedô de um pémio humorístico, ma garanto-lhe que não conseguimos.
E o qué isso das Supé-Toucas e do Supé-Tansos? Infome-nos que poderemos tá interessadas- pelo nome, tem a vê com a nossa identidade oganizacional.

Ai matou o hipé-poco com um míssel desterrado, não foi daqueles foguetes que lançaram o Nuno Roteiro para o cento do espaço público, quando relatava as fulminâncias da Guerra do Golfe Tétrico, do Itraque, desquevendo as minudências do seu modus ofegandi ao José Pevides dos Cantos? Ai, credo, agora, esqueceu-me a designação!

Ai lançou-o ileteradamente, sem consciência cívica do efeito fulminante? Ah, também não fá mal, já é um costume habitual ente os lusos e tansos!
(janela televisiva guená jeropiga com bolinhas roxas jaracandá pa mudá de intelocutô):
É pena é tê-se auto-fulminado a si, mas a lei da acção/ reacção univessal é assim, não é Sua Leviandade Hipodémica-Continental?
(em intercomunicação em directo e ao vivo com o blog: http://lavailama.blogspot.com/)
(janela televisiva amarelo icterícia com couves vedes all-face pa mudá de intelocutô):
Também não é nada inédito. Então não leu o que esquevi sobe os cãopanheiros do Ai Que Lindo Ribeiro, que se auto-fulminaram igualmente? Olhe que, pelo que consta, cada cela da cabonária lusa e tansa que se pezasse tinha uma bombita ates-anal escondida em casa- nos canteiros da salsa, no quintal, junto das couves e das all-faces, na cómoda da soga, junto à sua roupa interiô (se não se atingisse o alvo colectivamente delineado, pelo menos, livavam-se da chata da qui-atura), na lata das bolachas p´ós miúdos do Pão po Deus, olhe, o conceito de bomba e de revolução caseira só foi memo atualizado em Potugal. Somos um lídé na foma como acaseirámos todos os actos revolucionários. É que cada cultura adapta os conceitos aos seus hábitos de foma idiossimpática- os mestes ideocórgicos- o Lecitin e o EstánaLinh- tansmitiram os pincípios e os diz cí pulos lusos e tansos fizeram os tabalhitos em cima do joelho e da foma como sabiam- caseiristicamente.

Quanto ao supositorium não o lance invetidamente, pode-lhe i diretamente ao estômago e pefurá-lhe a membana, o que lhe povocaria uma úcera não nevosa mas venenosa. Lembe-se do Scoot peniko sovaético- acha que subiu invetido? Qué agora desafiá as leis da gavidade? É que no espaço elas desaparecem, mas até lá são elas que mais odenam!

Tatooou-se? Ai credo, deixou que lhe desenhassem sobre a epideme? Olhe, só po isso, já o vamos tatá com mais distância, no nosso gupo não admitimos tatooados, são muito indisquetos, dão muito nas vistas e nós somos espectacularizadas no espaço público, mas muito recatadas no "recanto sacossanto do nosso lá" (Sinhozinho Malta ©). Eu vi logo que o Quinzinho não ia apeciá!

Quanto à poquita da Viúva Possuína, como é que a quiatura é muito pá fente, se nem chega aos cotos da gente? Ela é uma assanhada, uma deslumbada, só sabe aparecê e mostá o silly cone! Nós somos todas Made in Ourselves- os atifícios guadamo-los para o Hello Win. Não nos fale dessa quiatura que nos leva à loucura e começamos a roê as unhas dos dedos dos pés! Já com ela tivemos um qui pó có e não foi muito agadável. Veja lá, quia-nos ensiná a jogá mini-golfe, we, nous, ourselves, as campeãs da modalidade (não diga nada, mas a Belita joga mini-golfe como uma pó. Bem, ela joga tudo- snooké, footbole, basketebole, handebole, badminton, ténis, mataquilhos, tudo, a mulhé parece elástica, veja lá). Eu não sei, mas estes moçambicanos devem tê tomado qualqué coisa em pequeninos- eles fazem de tudo. Deve tê sido aquelas feitiçarias que faziam lá e que davam aos cachopos! Como não havia televisão, tinham de tê alguma divessão, daí teinarem-se em tudo que era despoto, áte e afins, o lé, lé. Veja lá o José Peto po Banco- a Madame é de uma vesatilidade que mais parece um acobata chinês nos dias mais elásticos!

Vá, vá lá abaçá a ávore para regugitá o seu pópio sê, senão ainda regugita o dos outos, o que é uma caga de tabalhos! Até poque pa que o seu jantá do Tou, Cinho? possa sê um sucesso tem de antes regugitá o seu sê e atingi a paz interiô- quem não o faz a piori, vai fazê-lo depois, o que é bem desagadável, com tanta pocaria, digo confeitaria, nas paredes estou macais!

sexta-feira, novembro 30, 2007

Picareta, po Amô à Santa, solte a pomba banca que tá dento de si...................................................


(em intercomunicação em directo e ao vivo com o blog: http://vaisaonde.blogs.sapo.pt/)


"Provo-cações (Dicionário/Confraria) Com a devida vénia à Autora, aqui venho dar conhecimento das Provo-cações a que este Escriba tem estado sujeito, por parte de uma tal "Vacagalodebarcelos"

" Deslarguem-me qu´eu já não auguento tanta porvo-calção ! Eu inté sei porqué qu´ela m´anda a fazer isto : estamos os dois inscritos no Concurso da Superbocas e ela quer boicotar o meu Blog, para ver se o dela tem algumas hipo-téses; Mas quem lhe vai Boi-cortar a Vaca sou eu. Ai vou-vou ! . Picareta"

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VG: Ó Picareta, pecebeu tudo mal, quiatura, nós távamos a elogiá a sua iniciativa suíno-deglutante, Meu Cosmos, só que somos um pouco abasivo-calcinantes como o Eduado Pinta, ai credo, Finta as Torres, o nosso Meeeeeste, e a Belita, com aqueles ímpetos leopavos aficanizados, obiga-me a respeitá a nossa identidade oganizacional, pois diz que a incoerência imagético-vebal de uma oganização é um vedadeiro tiro de Kala-me a Chnikov (no pópio pé!).

Ó Picaretazinho, não nos boicorte as platafomas digitalo-comunicativas, po Ia Manjá ma Não Manjou! Olhe há aqui um missa understanding- o nosso blogue não tá insquito no Concusso Supébocas, a sério, juro-lhe pelos cornitos do meu pimito Joselito e po estes olhos que o Cosmos hão-de vê (ma não agora, po Amô às chapas e ao karpa)!

(janela televisiva vede gafanhoto com quadadinhos cô-de-laranja pseudo-tia pa mudá de intelocutô):
(em intercomunicação em directo e ao vivo com o blog: http://lavailama.blogspot.com/)
(janela televisiva lilás boboleta dos Alpes com roxo baton Mãe da Família Adamática pa mudá de intelocutô):

Sua Leviandade Suporífero-Anestesiante, po favô, intervenha que o Picareta não tá nele, tá com ímpetos destutivo-explosivos! Salve-nos com as suas sábias palavas ecutétricas!

Não o deslaguem, manipulem-no, po Amô à Santa, que quem é capaz de caçá aquele hipe-poco é capaz de cometê algum vaquicídio e eu amo tanto a vida, sou tão hedopista e aquedito tanto no carpe a pia!
Picareta, não se desconete do seu consciente, não resvale nem pó sub nem pó in, como o Andé Betão, quando da exposição da oba erróptica sobe o Lecitin do Saltadô Daquí, conte até 1.200, solte a pomba banca que tá dento de si, renegue a imagem do abute nego, do cão da Rodaésia, do Hugonote Chavascal, dos Irmãos Metalha Cósmicos e da Família Ata-me e siga o conselho da campanha arborí no colo lançada pela Belita- "Abace uma ávore, regugite o seu sê!"- no blogue esotérico dela- http://briefnewworld.blogspot.com/. Agora, repita de si pa que si: "Ai que bem que se tá no campo aqui a abaçá as ávores!" Vá, agora deixe-se tá agarrado à ávore durante 3 horas e meia, vai vê que lhe passa o ataque disfórico! Emaile-me quando tivé quase a desmaiá de paz interiô! Vai vê que o diálogo polilógico vai sê muito mais podutivo-pacífico.

Mais uma coisita, po obséquio- essa imagem que postou não sou eu, eu sou muito mais chique, muito mais in, muito mais fashion e muito mais vetical! Mas anda alguém a querê passá-se po mim no espaço público? Ai credo, ao que uma supé-estela espectacularizante tá sujeita na com têmpora na idade!
Eu sou mais tipo esta, sem as peles do cachaço e um bocadito mais pink, muito mais hit e hot, chique e choque. Ah, e já agora, sem as orelhas de abano horrorosérrimas, pois ainda consigo i a um cocktail com a trunfa apanhada sem parecê uma avioneta e, tamém, sem a marreca. Olhe, no fundo, sou mais esta, apenas, pelo Sol que a ilumina e pela entronização como vaca sagada (Salve a Regina!):

Jantá da "Confaria do Toiço" do Picareta

Porchinny et Couchon ©

Picareta junto da sua pesa gigantérrima mota e bem pesa (e como pesa a pesa- "gasolina mal pecisa, oficina nem falá!" Dá pesunto, aleguia, com mais imaginação... junta-te a nós, vamos talhá o pocalhão! (Mehari Citron N ©)


VG: Mas, voltando à vaca gélida, ó Belita, táva-nos a falhá o convite do Picareta alusivo ao lado suíno da existência. Não se esqueça do jantá da "Confaria do Toucinho" do qual o Picareta é o Gão-Meste, a que nós acedemos i, ma com re salvas, não de pata, porém, todavia, contudo, de pelica.

Picareta, não se abespinhe quiatura, ma em pol da nossa coerência idiossimpática, vamos aqui fazê uma semi cópia da pasta do e-correio que a Belita lhe enviou com a insquição de ambas nós as duas (Sua Leviandade Vegeto-Folhal que não quia i, poque nem chega a sê ovo-lacto, agora, é o mais entusiasta, diz que as suas chapas, Picareta, condizem inteiramente com as dele- já tá como aquela que passa do pió dos sentimentos à sublimação esopérnica (outa private joke)!).
(janela televisiva cô-de-rosa poca com tiângulos banco e petos zeba pa mudá de intelocutô):
(em intercomunicação em directo e ao vivo com o blog: http://lavailama.blogspot.com/)
Sua Leviandade Elástico-Compulsiva, mantém a sua incoerência opinativa relativa à sua ida não ida, à semelhança do qui pó có ente o Muuu Cá Bué e o Pimeiro Sinisto Inglês? Veja lá, olhe que nós não queremos caninos furibundos no nosso convivium gastro-económico!
(janela televisiva cinzento rato com coraçõezinhos vemelhos taurinos pa mudá de intelocutô):
Mas, voltando ao touro em basa, que já parece o D. João Pocalhão- po falá nisso, Picareta, vai convidá este assíduo da noite, que a Belita diz sê uma figura lendária, ma que eu sei que anda po aí? É que se o fizé, nós ambas as duas recusamo-nos a i, somos muito eclépipas, ma não gostamos de gente completamente oco-vazia, povocam-nos cãebas nas pálpebas e apoplexias nas plantas dos pés e desatamos a fugi como quem vê o Big Toot! Nós far-lhe-e-mos o retato robot da quiatura pa o poteiro não o deixá passá da pota! É que, Picareta, se convidá meninas com 20 anos este quarentão não se segura e invade-nos, compulsivamente, o jantá e derruba as cachopas!
Dizíamos-lhe nós de que em que iríamos com todo o gosto, mas com pouco apetite, pois não apeciamos muito o cozido à luso e tanso; pés e focinho de poco; aquela coisa banca da qual nem conseguimos pronunciá o nome, que nos põe logo em estado de choque eléctico; torresmos, ente outas pocarias que tais. Declarávamos que íamos, mas com o estatuto de objectoras de continência, apenas acedendo a trincá ao de leve umas febazitas pó maguito do especimen que caçou! Refoçamos a nossa incapacidade para degluti cetos manjares lusos e tansos! A Belita diz que peferia comê até gafanhotos assados, como era hábito em Moçambique quando das pagas destas quiaturas! Sabe que ela já povou? Biahhhhh! Que nuejo! Bem, ela também pova tudo, só acho que ainda não povou miolos de macaco, aquele acepipe de um país árabe africano, pois o macaco vem vivo pá mesa enquanto os convivas se sevem! Ai, Meu Cosmos, ainda se queixa a loira aficanizada do cozido à luso e tanso e daquele arroz feito com o sangue da galinha- o do cabide dela!
E olhe que ela diz que há muita gente que afima que os gafanhotos sabem melhó que gambas, que ela chama camarão. Aquelas águas a pululá de marisco e pessoas como a Belitita a deliciarem-se com gafanhotos e castanhas de cajú assados na fogueira, peixe seco e matapa. Haja mau gosto p´aturá tal alavidade! Po mim, que venha o poco seboso, que eu sou de altenativas!

Não foi assim, Picareta? E foi tão quido, memo depois desta nossa resposta, considerou positivamente a nossa insquição.
Repoduzimos na íntega a sua resposta, Picareta, pois queremos mantê o espírito do Gão Meste: "Isabela & VacaGala, A vossa inscrição foi registada com o nº 3261/2. Como Grã-Mestre-Toucinheiro tive grandes dúvidas em admitir a v/ Inscrição, pois chamardes "aquela coisa branca" ao Sagrado-Toiço, deveria ser considerado "blasfémica", e constituir motivo suficiente para serdes "Excorungadas" da Confraria. Mas, se prometerdes -como penitência- passar a palavra (...) eu "fecharei-des" as palpebrosas. Salvé ó Rainha."
E, blast, but not beast, aqui vai o anúncio do famoso enconto gastonómico toucinhal que, by the way, a julgá pelo poco que o Picareta caçou supa-acima postado vai sê de arromba (nunca vi um poco tão copulento, palava de lonta):

"Hoje em dia já existem Confrarias para todos os gostos e todo o tipo de produtos, e é preciso ser muito original para se conseguir criar uma nova. Mas existe um Produto que, por últimamente ter sido tão maltratado e caluniado, ainda não foi devidamente homenageado por ninguém : O Toucinho. As Grandes Multinacionais do Fast-Food, para venderem mais da sua comida-plastificada, tudo fazem para denegrirem os Produtos-Tradicionais : Já disseram que as sardinhas faziam mal, porque eram raimosas; já disseram mal do azeite, das azeitonas, etc. e, agora, viraram-se contra as gorduras-animais. Por vontade dos Gurus da Globalização andávamos todos a comer -apenas- pizas, hot-dogs e hamburguers, (e abolíamos todos os Produtos-Regionais/Caseiros).

O Toucinho, e seus derivados, sempre fizeram parte da alimentação-tradicional do nosso Povo e, no entanto, os nossos Antepassados que costumavam usar e abusar dele, sempre tiveram uma saúde de ferro. Os Árabes e os Judeus, por casa das suas Religiões, não o podem nem cheirar. Pois nem sabem o que perdem ! Já que a nossa Religião não o proíbe, que nos deliciemos com ele. É dos alimentos mais completos e que se pode ingerir das mais variadas formas : - Crú : tapas de barriga-fumada, com melão, etc. - Cozido : no Cozido à Portuguesa, Sopa da Pedra, etc. - Grelhado : tiras de bacon, de entremeada, etc. - Assado : envolvendo aves-secas, recheando carnes e peixes, em quiches, tartes, pizas, etc. - Frito : nos refogados, tortilhas, etc. - Guisado : com ervilhas, favas, feijões, grão, em cataplanas, paellas, cachupas, etc. - Em Entradas : Tâmaras, ou banana, com bacon, patés, etc. - Em Sobremesas : pudim de toucinho, bolo de torresmo, etc. É muito difícil passarmos sem ingerirmos toucinho, pois ele entra na composição dos mais varia- dos Produtos : Banha, Torresmos, Enchidos, Bolas, Fiambre, etc. Não existe, práticamente, nenhuma Refeição-diária em que não o ingeramos (ou a algum dos seus "primos" : fiambre, paio, salsichas, presunto, etc.).

Vamos, pois, prestar-lhe a Homenagem que há muito merece : Aceitam-se Inscrições* para a "Confraria do Toiço", cujos Confrades, para além de outras ini- ciativas (aceitam-se Sugestões), deverão comparecer -todos os meses- num Almoço (a orga- nizar sempre numa Região diferente), constituído por Pratos-Típicos dessa Região, que incluam Toucinho (ou seus derivados) na sua confecção. (Os Cofrades que se quiserem voluntariar, poderão fazer Testes de índice-de-massa-corporal e colestrol, antes e 6 meses/1 ano depois de aderirem, para comprovarem que não é o toiço que, por si só,pode ser responsabilizado pelo aumento daqueles níveis - e, assim, se conseguirem desmistificar e redimir, as calúnias que têm sido lançadas sobre o Toucinho). (*) - Para se inscrever basta aceder ao "vaisaonde.blogs.sapo.pt" e mencionar o nº de familiares e telefone/telemóvel (p/ contactos). Mantenha-se actualizado/a com as Iniciativas relacionadas com esta Confraria,
Lisboa, 27 de Outubro de 2007 O Grã-Mestre Toucinheiro, Manel Picareta "
Link do blog do Picareta: http://vaisaonde.blogs.sapo.pt/9325.html

A fluidez fagmentada das invejoso-compulsivas........................................



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VG: Ó Belita, tem toda a razão- geralmente, as invejoso-compusivas reúnem-se em alcateias cujo gau de perigosidade e de coragem é invesamente popocional ao do ridículo- tive bem agora, não foi?- Eu sou o máximo, sou muito humilde, admito todas as minhas falhas não humanas, pois, po vezes, também sinto inveja, raiva, rancô, ódio, despezo, vontade de arrancá os bincos e os pierrcings a alguém (rsssss), modê-lhe os lobos auri colares, mas sinto-me vaidosa, tão vaidosa sempe que recupero desses momentos de uma neguitude tão nega, que parece que fui passá uns dias à Tansilvânia com o conde Trácula e a Família Ata-me, fugindo, logo de seguida, montada num cavalo banco com o Angélico Alvíssimo! Sou, ao mesmo tempo, tudo e ninguém, tenho uma auto-estima inferior a nickles e um ego do tamanho de um elefante, sou o máximo e o mínimo, sou tão vaidosa, mas humilde, como quem sobe ao Everest de havainas nos cotos, sou uma anoa em copo de gigante!
Desculpem os leitores poque não tou a sê muito peceptível... não, não me passei pá dimensão (-156) da pota 7 da reencanação, apenas se tata de uma pivate joke ente mim e a Belita! eh!eh!eh! Há cada uma que parecem duas!

Renné Goscinny et André Uderzo ©

E a inveja traiu a mulher............................


IAM: Ó Vaca Galo, estava eu aqui a pensar numa conversa que tive no outro dia com uma grande amiga minha espanhola que vive há uns anos em Portugal- dizia ela que os homens portugueses es que son muy raros (esquisitos em Português, pois, em Castelhano, o vocábulo esquisito tem o significado do vocábulo raro luso)- pois, quando olham para uma mulher bonita, fazem-no não frontalmente, mas de soslaio, enquanto que os espanhóis fazem-no de forma clara e assumida.
Esta conversa fez-me pensar numa questão paralela que creio ser transcultural, apesar de mais acentuada em países onde a noção de individualidade não é muito respeitada: as mulheres com um palmito de cara e/ou corpo têm de aturar cada uma no dia-a-dia! É que, matutemos, as principais fontes de discriminação da beleza feminina não são os homens, mas sim as outras mulheres menos favorecidas que se sentem atingidas pelos atributos alheios. Ora vejamos- vai uma mulher bonita a passar na rua, quem é que olha mais e se mete mais com ela? Serão os homens? Dooong...Errrado. São as próprias mulheres. E das duas uma- ou todas elas jogam na equipa contrária, o que é improvável (sabe-se lá, não é?), ou então a cotovelite é tanta que estas tristes se distribuem por três (Eu disse três? São seis) atitudes típicas e muito previsíveis:

(a) fazem um ar furibundo e tentam não olhar de todo para a criatura que atinge o seu ego, mas o esforço é de tal forma grande que se percebe logo que, se empinam tanto o nariz, é porque algo as incomodou (esta atitude é das mais civilizadas, convenhamos, que uma mulher não é de ferro e não pretende ser canonizada, todavia, não deixa de ser triste!)

(b) tossem nervosamente ou riem-se histericamente, como se algo lhes fizesse despoletar um estado de disforia catártica disfarçada de euforia no mesmo grau de intensidade.

(c) fazem um ar de desprezo absoluto pela pessoa que nem conhecem, acompanhado por um risinho maléfico nos lábios.

(d) tentam meter-se com o alvo da sua cotovelite aguda, mas não directamente, mandam umas bocas maldosas a meio tom com o intuito de conduzir a invejada a dar-lhes a resposta merecida em tom regular, para a puxarem para o campo que dominam- a baixaria.

(e) se estiverem em grupo, incorporam o espírito de comadres quadrilheiras a olhar de soslaio, mas repetidamente, para a criatura que as faz roer de inveja e tentam descobrir tudo que possa mandá-la abaixo, fazendo insinuações do género, em voz sussurrante e com ar conspirativo (às vezes, chegam mesmo à falta de chá de porem a mão à frente da boca): "Ah, ela é bonita, mas, repara- tem uma pena mais curta-, e aqueles sapatos, ai aqueles sapatos, onde foi ela buscar aquela piroseira? Que horror! E sabem o que me disseram no outro dia...?!" Esta reacção só acontece se estiverem com as costas bastante quentes em termos numéricos, pois senão, optam por outra, digamos, que lhes evite um ricochete directo. A intenção é levar a vítima a sentir-se desconfortável, receosa e insegura. Às vezes, sai-lhes o tiro pela culatra e recebem a reacção que merecem- uma genuína gargalhada sonora, o que as faz logo dispersar, tipo galinhas tontas que ouviram um tiro do fazendeiro e "salve-se quem puder, que eu nada fiz nem nada disse, foi ela", apontando para uma das companheiras de coscuvilhice. Estes espectáculos de vaudeville são tão menores que lembram aquelas figuras ridiculamente tenebrosas dos circos da Idade Média. Mas, coitados, estes últimos estavam lá obrigados, enquanto que as invejoso-compulsivas são voluntárias no grande Circo Mundano da Frustração.
E o mais engraçado e pitoresco é quando resolvem enveredar por esta atitude em frente da sua cara-metade- se o rapaz for também muito dado a menoridades, embarca na quadrilhice e as quiduxas ficam em êxtase (eu até acho que devem utilizar este método para se entusiasmarem mutuamente); se for uma pessoa decente, cala-se, mas sente-se instintivamente intrigado, interessado e, por vezes, ai tragédia das tragédias, até atraído pelo alvo da maledicência, atitude aliás muito masculina (a Natureza, por vezes, é muito justa)!

(e) a reacção mais execrável de todas: tentam ofender, da foma mais baixa, o alvo da sua cotovelite aguda, dizendo as maiores barbaridades que poderiam inventar de alguém- para esta gente quanto pior melhor. E ai da vítima que se defenda, mesmo que elegantemente, partem para a baixaria de uma foma, que até assusta a mais vernácula das vendedoras do Bulhão!

Conclusão psicanalítica: estas quiduxas que sofrem de cotovelite aguda, ao quererem depreciar os atributos de outra que invejam, só a elogiam, porque, se pensarmos bem, todas as atitudes descritas são próprias de alguém que teme algo, neste caso o brilho de outrem, porque não tem grande auto-estima, alguém bastante inseguro que, para se sentir bem consigo próprio, necessita de humilhar alguém que o faz sentir desconfortável na sua pele (quando, de facto, se está a humilhar a si mesmo), alguém sem muita educação, que não respeita os outros nem se respeita a si. Ora, se a mulher que passa tivesse as características que elas gostariam que tivesse, elas nem sequer dariam por ela, nem sequer profeririam um pio que fosse. Enfim, mundanidades indignificantes de um quintal à beira-mar encalhado!

Ó quiduxas, façam um favor a vós próprias- em vez de depreciarem pessoas a quem a Natureza bafejou com a sorte que vocês não tiveram, porque não fazem algo para elevar a vossa auto-estima? Poderiam ajudar os outros, fazer um retiro no Tibete ou na Índia (olhem, agora com a telenovela Patrocínios, da TVIA, este destino está muito na moda), passar à leitura d´ O Segredo com olhos de ler, inscrever-se no yoga, no tai-chi-chuan, em cursos profissionais, num curso de formação cívica, em cursos de valorização pessoal, contratar um personal stylist, poderiam fazer uma plástica, um lifting, pintar as unhas, olhem, sei lá, tanta coisa, sem necessitarem de tentar pisar para subir (descer, a bem da verdade). É que fica tão mal e denuncia-vos logo. Basta o alvo da vossa cotovelite ter um bocadinho de conhecimentos psicanalíticos para vos etiquetar logo- esta, coitada, por algum motivo, pensando que me está a depreciar, está-me a fazer dos maiores e não dos melhores elogios (que esses são proferidos por outras entidades).

E, também, pensem- de acordo com os vossos parâmetros pequeno-burgueses, é uma vergonha estarem a abordar uma mulher em plena rua, ainda passam por pertencer ao lado contrário da barricada e vocês não querem isso, pois não? Não...(sabe-se lá, hoje há gente para tudo e todos aqueles que negam veementemente algo, normalmente, é porque se sentem cativados, mas reprimem-no com todas as forças do seu ser, só o assumindo anonimamente na Internet). Vá lá, voem, saltem da prancha em looping, mas deixem de se preocupar com as asas e os voos alheios. Está bem, vocês podem não ser um Boeing, mas podem ser uma avioneta jeitosa, desde que se cultivem. A inveja é um sentimento tão menor, próprio de criaturas tão pequeninas, encefalicamente falando, claro!
E por falar em encefálico, então quando uma mulher bonita é inteligente, aí, vocês não aguentam, arranjam uma enxaqueca que nem à base de chá de casca de laranja lá vão! Saravá, deve ser tão triste viver em prol de menoridades!
Quanto às bonitas que me estão a ler e que já se viram nestas situações tão incómodas, uma vez que revelam a menoridade do ser humano em todo o seu esplendor, um conselho: riam-se, riam-se muito destes cérebros tão pequeninos, cujos comportamentos ridículos só merecem uma gargalhada sonora como resposta; ou, então, ofereçam-lhes a melhor das reacções- a indiferença misturada com compaixão. Temos de ter pena das(os) pobres de espírito.
Mas, blast, but not beast, como diz a Vaca Galo, Graças às Energias Positivas do Cosmos, há, ainda, muitas mulheres bonitas, ou não, por fora, que mantêm uma beleza interior inexpugnável (nem o tempo e as rugas a derrubam)- aqui vai a sétima reacção de gente maior, emancipada e civilizada:
(f) uma mulher vê outra mulher bonita, olha com curiosidade, mas não ostensiva e fixamente, revelando educação e savoir faire et être, pode até ficar com uma invejazita do tipo- a miúda é mesmo bonita, quem me dera ter uns olhos assim!- mas, depois, passa e diz de si para que si (Vaca Galo ©): ainda bem que existem mulheres bonitas, que gostam de si, que se valorizam, que estão felizes, que fazem alguém feliz, que gostam de viver, ainda bem que existem belezas tão diversas que nos enriquecem estética e humanamente, ainda bem que muitas mulheres conjugam a beleza física com uma inteligência aguçada e princípios de vida tão elevados, ainda bem que existem mulheres que sobem na vida pelo seu trabalho e pelas suas tão profícuas capacidades (é que isto da beleza abrir as portas é um mito das menos dotadas- abrir abre, mas se a beldade for mais dada à facilidade do que ao trabalho; porque senão, e se se deparar com mulheres e homens plenos de frustrações, para as abrir só com muito trabalho e paciência, que, convenhamos, é o que dá mais gozo, as facilidades são tão entediantes!). O cosmopolitismo, a educação e a verdadeira emancipação feminina são tão bons de experimentar e de se vislumbrar no outro! São estas mulheres que, verdadeiramente, contribuem para a emancipação feminina, as outras, as invejoso-compulsivas, fazem mais num dia em prol da discriminação do seu próprio género que todos os homens juntos num ano!

quarta-feira, novembro 28, 2007

Leão do Sim Cá Bué engole cadelita lusa e tansa...

VG: Ma, vamos mudá de assunto que este já cheira pior que os pesentes enfeitados de Sua Leviandade! Só de pensá no Daquí e no outo tãtã sádico, mais o outo do D. João, tenho, agora, a sensação que tenho de i ali...aos lavabos regugitá, que em Luso e Tanso qué dizê vomitá!

Sabe uma coisa? Ouvi dizê, mais popiamente, li numa revista cô-de-rosa que um cão de uma pessoa do jet set, um leão da Rodaésia....Po falá nisso, Belita, a menina não teve já na Rodaésia quando era pequenita, aquele sítio que mudou o nome para Sim Cá Bué? Você, também, já teve em todo o lado, ainda diz Sua Leviandade Inconveniento-Requeminatória que eu sou omnipesente! Voltando ao touro quente, o leão rodaesiano de um membo do jet seis comeu uma daquelas cadelinhas que parecem umas ratazanas de alcova! E não é que o dono do monsto nem se descupou? O outo senhô teve de compá outa cadelita igual, pá filha não ficá taumatizada e ameaçá o jet nove que lhe degolava a fera se ele voltasse a passeá-lo como se passeasse um gatinho (com uma tela faquíssima e sem açaime, que horrô!). É que isso não se faz! Já viu? O que vale é que os cães, neste país, são como os telemóveis- estagam-se, pedem-se ou vão-se e compa-se outo de uma maca melhó! Desta vez, teve de sê da mema maca, pedão raça, pois as quianças, com a sua ingenuidade, ainda mantêm sentimentos pelos animais, coitaditas, tão mesmo out da onda materialisto-descatável!

Ai, credo! Acontece cada coisa! Já viu? Aqui até se pode estabelecê um intetexto com a questão do Muuu Cá Bué. Então olhe o paraquedismo: uma sondagem de um jorná inglês (eu tenho o exemplá, tenho é de o encontrá!) revelou que a população deste país considerava que o seu Pimeiro Sinisto, o Gordo Prawn, era parecido com um São Benado. Ora se ele é um S. Benado, o Muuu Cá Bué é mais parecido com um leão da Rodaésia. Ora, os S. Benados são conhecidos como sendo pacíficos, meigos e salvadores da pátia; já os leões rodaesianos são conhecidos pelo seu espírito guerreiro africanizado (a menina, mais do que ninguém, sabe como uma fera aficana ataca quando tá furibunda!), para usá um eutanismo. Ora aí tá- po isso é que o Gordo Prawn não qué cá vi. E po isso é que o nosso amadíssimo Sinisto dos Tremoços Estangeiros teve sempe a mudá de opinião- pimeiro disse que o Muuu Cá Bué viria, qué os ingleses quisessem qué não; depois disse que o melhó era o Muuu Cá Bué não pô cá os pezitos, nem de lã; depois, soubemos que vem, mas que o S. Benado fica em casa; agora é o leão que não sai da jaula, pedão, de casa. Bem, coitado do nosso Sinisto, é que qualqué pessoa ficava com pele de tainha mal pessentisse a pesença de uma dupla mais explosiva que o Ai que Lindo Ribeiro elevado a 156, juntamente com os seus dois outos companheiros que foram pelos ares com a pópia bomba que constuíram com aquelas suas mãozitas fulminantes. Pensando bem, nós somos um país muito dado às fulminâncias, mas, às vezes, e com excepção dos quidíssimos D. Calos e D. Luís e do Doutô Sá Caneiro (alegadamente mandado pelos ares po uma feiticeiro aficano), as quiaturas fulminantes nunca acetaram nos alvos, ou engano-me? Ah, lá tou eu a enganá-me, então os FDP25 (Fulminâncias do Povo que Reunido jamais será explodido, mas explodente) não acetaram memo em cheio em alguns alvos humanos?! Afinal, então, a pontaria até é ceteira! Mas alguns explodiram-se a si pópios, o que constitui uma ironia fulminante do destino. Ma voltando à questão canino-dipomática, com esta confusão do vem que não vem, o nosso quido Sinisto Amadíssimo ainda arranja uma úcera nevosa! Benza-o o Cosmos, que luta de cães é do pió, só os chineses é que gostam de assisti e mais uma série de malucos que não vale a pena aqui nomeá!
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Pós-Postado (PP): Obsevem bem a foto do Muuu Cá Bué- não tem um dedo mindinho- quem lho terá comido? Será que foi nouta zanga nouta cimeira com algum patício? Ou foi o leão da Rodaésia que ele pópio teinou? Isto tá bonito tá! Ó Caro Amadíssimo, saia de fininho, senão ainda fica sem o indicadô e um Sinisto sem indicadô é a mema coisa que uma buxa sem a vassoura ou uma fada madinha sem a varinha mágica!

Campanha integaloáctica: estique as asas sem alucinogénios...




VG: Bem, já que a Belita lança outra campanha mundial, desta vez aéreo-libertina, e Sua Leviandade Epidoralo-Olfactal lança outra a nível cósmico centrada em matérias biológico-nauseabundas, cabe-me a moi, a estela mais bovina deste campo de mini-golfe, lançá a minha campanha integaloáctica tendo como público-alvo as lusas e tansas (e já agora os lusos e tansos, também). Ó Belitita, isto é pa lhe fazê uma homenagem, pois já li, no seu blogue dedicado aos seus pémios e afins, que, com 18 anitos, tinha muita cabecita e paticipou num concusso de palavas de odem anti-doga. Boa, é assim memo! Mas a Belita neste bloguesito não pôs o pémio mais impotante que recebeu: o do melhó guito do Tazan na Disneypândega! Ai, que diz lata da sua pate, que ingatidão!
Aqui vai, então, a minha campanha: o Vaca Galo RSE tá a pomovê uma campanha integaloáctica:"Minhas amigas (meus amigos), estiquem as asas, lancem-se na aventura da vida, mas sem dependê de locoweeds ou de álcool que vos enterram a pique na descida". Isto é, ó quiduxas e quiduxos, vocês podem diveti-se desalucinogenicamente, sem recorrê a substâncias esquisitas, façam como as (os) aficanas (os), as (os) latino-americanas (os) (o Hugonote Chavascal e o Polvo não são paradigmas), mexam o copo, extovetam a alma, divitam-se, mas saibam-no fazê pa que, no dia seguinte, pelo menos, se possam recodá dos motivos de tanta aleguia genuína. Olhem que as locoweeds, como já dissemos nouto post anteriô, não libetam ninguém, bem pelo contário, mulhé/ homem emancipada(o) que se peze não toca em substâncias alucinogénias!


Ponham os dois olhos sem óculos escuros em moçoilas muito viradas pa o lado loco weed da vida- a Paris Hill de Ton, a Brick Nem Spirits, a Linda Sei e Loura, a Gosma White Browse e o Peter Doer a Ti, o ex-namorado da Kate Mossa (esta também não é modelo, qué dizê, é modelo de passerelle e fotogáfico, ma não é modelo vivencial, apesar de sê tão tendy!). Digam lá se estas cachopas (este cahopo) são (é) alguma vez emancipadas (o) !!! Não são não, taditas (o), a corja de sanguessugas que os rodeia é que deve gostá que eles cheguem àquela zonzura toda- assim é mais fácil metê-lhes as mãos nos bolsos. Pecebem? Vá lá, vivam a vida sem bengalas, estes horrorosos atifícios fazem-vos mais velhas (velhos)! Não há juventude que resista à ingestão de substâncias desta natureza e vocês querem chegá aos 40 e parecê tê 30, ceto, sem pecisá de esticá a cútis, ceto? Ai, Meu Cosmos, a outa já me contaminou com esta expessão tão out! Tou feita, se fô ao OPoto não posso revelá que já vi o filme Cutucação!

Mas, olhem, vou fazê uma advetência como a da Belita: quando digo pa esticarem as asas, é p´ás manterem dento do vosso perímeto, não invadam o dos outos com as vossas penas ou caganitas menos estétipas (nem mesmo enfeitadas como aquelas que Sua Leviandade Higiénico-Depurante mostou), respeitem o espaço terreno e aéreo de cada um, a chamada ZATE (Zona Aérea e Terreste Exclusiva).
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Ó Belitita, falando outa vez do sádico-mor, e é muito bem feita que o Maquise de Sade (será pimo da Shade a Pum?) tenha sido peseguido, o homem era um tarado do pió! Sabe o que ele inventou num dos livos dele? A anti-heroína era uma mocinha muito boazinha, aliás, a única alma lavada daquela chafodice imunda- olhe é a chachopa da litogafia que acabou de mostá. Bem, então não é que o quetino a põe a morrê com um raio que a tespaça da cabeça ao rabito, depois de saí da missa? O homem era louco! Só podia tá tancado a sete chaves e po tês regimes difentes: monáquico, repubicano e imperial! Daí que eu o tenha chamado o Maquise Sem Chave. É que a um tarado destes é fechá-lo e deitá a chave ao rio, não vá ele escapuli-se! Pecebeu agora? Dahhhhhhhhhh! Duffy Duck!

O Marquês de Sade tinha a chave e o D. Juan, pelo que consta, era muito asseado...


Salvador Dalí, As Pure as Her Heart, 1969 (série de litografias sobre o Marquês de Sade)

IAM: Vaca Galo, como sempre, com trocadilhos espectacularizanto-viperinos, deve ser influência do Picareta! Ó mulher, não é D. João Porcalhão, é D. Juan, uma figura lendária, convertida em protagonista de várias obras literárias; nem Marquise sem Chave, mas Marquês de Sade, uma figura histórica, ele próprio um escritor e filósofo cujas obras amorais e imorais, plenas de violentíssimas descrições de práticas sexuais menos canónicas (daí provém a palavra sadismo), lhe valeram a perseguição tanto de Luís XVI (o marido de Maria Antonieta, que acabaria com ela na guilhotina), como do regime laico instaurado pela Revolução Francesa, bem como de Napoleão Bonaparte. Sade, essa figura tétrica cujo perfil demente não só entusiasmou Freud e os seus seguidores, como vários artistas plásticos, fundamentalmente a partir da eclosão do movimento surrealista, a que pertencia Dalí, que valorizava fundamentalmente o inconsciente e a psicanálise freudiana. De facto, o Salvador Dalí dedicou uma série de ilustrações a estas duas figuras, como também ao Tarot e outras temáticas. Olhe a imagem que vou aqui postar demonstra que nem todas as ilustrações de Dalí sobre o Marquês de Sade continham cenas escaldantes!
Apre, que a menina é mesmo inventivo-calcinadora, só lhe dá para a espectacularização banalizante!

Quanto a si, Sua Leviandade Suprema, faz muito bem em disseminar cosmo-galácticamente a sua campanha anti-cóco de cão no espaço público! Estou consigo, amigo!