cuore busy nest

cuore busy nest : . "A ciência nada tem a ver com o inefável: ela tem de falar a vida se quiser transformá-la"Roland Barthes, 1958 (ed. 1997 : 183) : . "Os Céus Dispensam Luz e Influência sobre este mundo baixo, que reflecte os Raios Benditos, ainda que não Os possa recompensar. Assim, pode o homem regressar a Deus, mas não pode retribuir-Lhe" Coleridge (maiúsculas acrescentadas :)

main images source :) we heart it ©

sexta-feira, novembro 07, 2008

: : news from the other side of the twilight zone I : :


whose effects from the global warming ©?

VG: Bem, e nós como cadeia infomativo-espetó-colarizante que somos, detemos nos nossos quados, que não administativos, pois a nossa dinâmica intena e mêmo extena é como la causa nucleá desta supé-hipé-mega-quise- é muito vitualis, vituale-, co-respondentes que nos vão enviando spectacular news from this non-pinky piggy world. Um deles é o nosso Voz de Anjo, esse í-cone das lides cantantes, que nos enviou as news imagético-discussivas supa-acima postadas sôbe os efeitos do global warming, pulvo, aquecimento globalis, globale...Merci beaucoup, VA, teja descansadito, que nosotras não vamos arrastá a auctoritas pó mundo do show business (Pivate Joke...)


quinta-feira, novembro 06, 2008

: : good morning avant la lettre com o hino do Vaca Gallo RSE ® : : a-tturra a macaca...

: : good morning en pensant la lettre en tweet, pedão, en suite : :






VG: ó Belita, nosotras, hodie, non lo sei porque, tamos na onda periquita, nosotras somos cosi, po vezes, somos o Silvester, outas o Tweety, outas mêmo aqueles falcones enomérrimos que adoram caçá ratitos que julgam que só poque chegaram primeiro ao sótão já mandam na casa (cada qualis con las sus mismas ilusiones y ninguém con la dos outos...)...Ma, fiquei con una dúvida que non existencialis, existenciale, sôbe o que a menina disse no autre jour no seu blop esoesférico no seu poste rinocerôntrico-macacondo-marrante : : voltando às mundanidades apócrifas : : a indiferença britânica ou o ripostar latino? : : noblesse exige : : ...o que a menina, uma democatizante con victa y con vita considera como povinciana? Não acha que tá a enveredá po mais uma contradizione paradoxalis aberrantis e berrantis?

BM: Bem, para lhe ser muito franca, claro que não- eu sou como o Eça de Queirós e o Camilo Castello-Branco- considero que um dos cancros deste país é o provincianismo tosco-sofisticado, aquele que tal como o do Dâmaso e do protagonista da Queda de Um Anjo, se julga muito cosmopolita e muito chic só porque comeu uns scones em New York City ou deu um pum algures, numa praia qualquer do Brasil, ou passeou de camelo nos areias de Agadir, sem ter guts para visitar o deserto e conviver com os homens azuis...Aquele que finge ser muito sofisticado, mas que está cheio de hiper-correcções parolizantes...não falo das pessoas puras da província, não, essas adoro-as pela sua autenticidade, não, falo do Homo Provincialis Pseudo-Cosmopiltanus, que transpira caciquismo por todos os poros quando jura ler Voltaire e António Damásio (adora mixturas assim meio macarrónicas...) aqueles que negam, determinantemente, as suas origens, por sofisticações apócrifas e cujo complexo de inferioridade e falta de civismo é tal que têm a mania que podem ofender os outros ainda que não admitam recção...mal a tenham o típico é fazerem-se de desapercebidos ou de vítimas, chamando em alcateia os seus congéneres para lhes lamber as feridas...

Eu cá nasci na cidade e cresci no mato e assumo: gosto de pisar descalça a terra vermelha, de subir às àrvores e de as abraçar, de perscrutar no escuro o ondear das cobras no amplo jardim, de seguir com o olhar o carreiro das laboriosas formigas, de levar com a chuva na cara até a maquilhagem se desvanecer, de mergulhar num mar bravo sem temer a sua força catártica... sou uma criatura do mato e por isso abomino ataques cobardes- os bichos do mato, menos as cobras, atacam de frente depois de um ataque, se os deixarem em paz, adoram venerar a Luz Solar... agora, tive o privilégio de conviver com pessoas verdadeiramente cosmopolitas, aquelas cujo espírito é intercultural, humilde e autenticamente sábio, durante toda a minha vida... Daí que estas provincianas arrogantes metidas a madames jetsetianas que ainda andavam de carroça, já muitos circulavam de avião desde tenra idade, me provoquem uma gargalhada bem disposta...No fundo, fazem-me rir, são umas palhaças tristes intemporais...



VG: Ah sim? Homens azuis? Mas há homens zurros? ma qual o Damaso? o de Sal e Sede?

BM: Claro que há, há-os de todas las cores...Esse mesmo...então, um povinciano, na minha perspectiva não é aquele que nasceu ou viveu ou vive na província, não, é aquele que tenha ou não nascido na província, a tenha dentro de si, aquela província conservadora, tosca, beata, ainda que muitas vezes laica (é outra forma de beatice crónica- muda a forma mantém-se o conteúdo...), ainda que armada em emancipada e libertária (não pulvo, confundem liberdade com libertinagem, pois só invocam a liberdade se for para si e para o seu umbigo e de quem as bajula, para os outros, que as topam e enfrentam, esses que baixem a cabeça perante tais excelências...), coscuvilheira, viperina, materialista, malvada, petulante, arrogante, invejosa, vingativa, muito ligada ao concreto, ao quintal, às allfaces e às couves...aquela que, de vez em quando, aprecia dar um tiro no vizinho por causa de um carreiro que separa dois pântanozitos abandonados...É essa a que me refiro..mas claro, como é óbvio, estes provincianos estão em todo o lado neste quintal à beira-mar azucrinado, são quase ubíquos e muitos escondem as unhas pretas de "lavrar a terra com as unhas dos pés" com os Parolos Bati-te, que veneram como se de uma relíquia santa se tratassem (o vazio, geralmente, sacraliza e venera o vacuum), com qualquer coisa que, de preferência, brilhe muito para ofuscar o cheiro a azeite, que é intenso e que não sai nem mesmo com um Jean-Paul Gautier em cima...



VG: Ah, va bene...Ma não sai com o João Paulo Gaiteiro? Ai, credo, deve sê muito pesti-lento mêmo....agora, pensando melior, até me lembo de umas quantas qui-aturas cosi...

E, changing a little de subdeject- como vamos de cómos?

BM: Olhe, estamos muito bem, apesar de alguns serem aborrecidíssimos pois são repetidos e tudo o que é repetido é banal, logo detestável...A Natureza é muito injusta (será que é?) e vulgo, só a raridade é que se destaca, de banalidade estamos nós todos fartos...Aliás é a banalidade que dá cabo deste planeta...

VG: Mas, já compou a cadeneta? É que sem cadeneta não se los cola...

BM: SSShhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...! (o Seguêdo do Sucesso é o Silêncio...)

segunda-feira, novembro 03, 2008

: : adivinha oraculizante da setimana : :



whose rising up matress? ©

VG: Qual é a dondoka qual é ella que, segundo as gutter magazines, consegue, maintenant, faturá à gande, ainda que não à fancesa, à custa de quem levou ou po quem foi levada pó leito? Tá difficilis, difficile, né? É que, maintenant, tão os leitos convetidos em generalizado tampolim socioeconómico...terá sido sempe cosi ou somos nosotras que ainda somos muy pé-pé-pé-pé-pé-modeníssimas?

É que já tou a imaginá os diálogos nas vernissages pa onde estas cachopas muito arejadas vão sevi de coqueluches, comparados com outos que podiam sê entabulados sobe podutos com base no tabalho, ainda que não áduo- sei lá, um livo, um quado, um binco que fosse ou mêmo um penico de loiça que não chinoise: "Ai, quiduxa, muitos parabéns, conseguiu metê o pezinho e o copinho todo em tão dourado tampolim!...os seus papás devem tá tão ogulhosos!, logo eles que acabam de i ao pogama da Teté Guillaume reconhecê que se tairiam (um ao outo...) po 20 €, se matariam (outo ao um...) po 50 € e que a venderiam po 100 € a um ranhoso qualqué..." (mais zero menos zero, o que interessa é a intentionis...), "ai que bem!, a menina é um ogulho nationalis, nationale!...que gande feito, sim senhora, tamos ogulhosíssimos, poi tá a respeitá as tendentzias globalizantes mais trendy, o que é sempe um hit!...Olhe, tá convidadíssima pa sê não só empesária como Pubic Relations de um novo espaço commecialis, commeciale muito arejado, como talis, tale, não necessita de envegá (cuidadito com este tipo de vébos ambíguos peto destas cachopas, pois é tal qual o sininho face ao qual reagia o teinado cão de Pavlov- despéta estímulos condicionados e condicionantes...) quasi niente nesse copito que o Cosmos lhe Ofereceu, as operationis supé-mega-hipé-chic lhe modelaram e que a menina entonizou a tool for self-trade woman "...

PP (Pós-Postado): até eu, que sou pós-modeníssima, tenho ficado num estado apoplético... eu sei que a Feira Erróptica decorreu esta setimana, ma, for Goodness Sake!, aonde pára a dignitas, dignitatis humana, a honra? (ah, tá bem, pa estas qui-aturas arejadíssimas, esta palava deve soá a alguma nova máca supé-fashion de sandálias e botas...), pa onde foram todas as colunas "fimes e hitas como uma barra de ferro" (buxus Alexandino dixit et non desdixit yet), ainda que não de engomá?

Bem, lá teremos que nos compenetá (outo vébo periculosíssimo, despetadô das feras que existem dento destas moçoilas...), que o síndoma do convento de Odivelas (aquele que era muito apeciado po D. João V e não po causa dos doces conventualis, conventuale...) tá a convetê-se numa matrix apeciada po todos... Buáááááááááá´.....esta nationis, natione tá a virá um camal, quando não um curral! É que alguém diz a estas meninas que o "tabalho a sério libeta a mens, mentis"? ou seremos nosotras as tansas? credo! Me voy, antes que marre con las potuberâncias cóneas conta lo ecán du ordinateur- é que nem tanto à Sara Ópá Lynn, nem tanto à Topo Gigia, ah, não- Pitcholina-, ah, tamém, não -Miss Piggy-Pussy, credo! pois "é no meio que tá a vitude"...bem, pensando bem, é melhó, tamém, não referi este povébio horaciano ("In medio virtus"), talvez seja melhó outo: "In vino (ou botoxo) veritas" ou mêmo outo que inventei agora mêmo: "In lecto famoso auctoritas"...Cherioooooooooooooo!

: : good evening avant la lettre in Belarussian : : Dobray ranitsy : :


isabel metello ©

(Pivate Message: ó Gigi, olhe pa nós- não pecisamos de Parolos Bati-te pa nos fazemos, pecebe a menina, hai capito? E, olhe que os camellitos lanzarotianos são como o alcotón- non engañan...-Vá lá, caia do salto da sofisticationis apóquifa, aficanize-se, simplifique-se e assuma-se como personam sem atificícios, que já é tempo, que já não há pachorra p´aturá manias que não de El Rey D. Calitos e da Rainha D. Amelita, essa quiduxa vedadeiramente chic...! Vá, vá lá esquevê, again, em cículo, sôbe o lado sexo-sensualíneo da existentzia, que nós até lhe achamos piada, e, pa dizê la veritas, veritatis, até nos tem ajudado e muito a entá na pós-modenidade, apesá de não a aguentámos quando se põe a querê parecê o que nunca será e descamba na maldade buxística...)

VG: Speaking of the devilish creature, raios e coriscos, salpicos e petiscos!, com a última incursionis Macaconde da Belita de azagaia em punho, ayer, nos olvidamos de vos enviar o good morning avant la lettre...opá, as enegias negativas é no que dão...Saravá, Ia Manjá ma não Manjou...afasta, afasta, afasta, delete, delete, delete, erase! credo! sai pa lá urubu de tacones lejanos ou stylettos Parolo, Bati-te de buxa encaquilhada sempe em pontas dos pés, credo! Não compeendestes a nossa pacific message, cutucastes-nos, pois, agora, recebestes a indic one! E não boltes à caga, pincipalement com questionis gaves que comovem a Belita, senão, ela tem, qui, um amazém de setas Macaconde sem qualqué outo péstimo que não sejam as pegas de caras- nós somos muito focadas (de focado das touradas, mêmo) e muy pamplónicas...não metemos ferros nas costas, não, agarramos logo o touro ou a sua eufemina pelas potuberâncias cóneas...o que querem? Temos uma matiz indiferencial British, ma, porém, toda havia, com tudo, temos a influentzia das roots aficanizantes da Barbie irra (cível) aqui do spot pimpólico, que são mais fótes...oh, se lo são, só lo são! É que são mêmo como o parasita evoluído do paludismo- já nem com quinino lá vão! Cuidadito, nosotras somos seres da Pax, Pacis, ma não viramos as costas a uma contenda, pincipalement, conta moscas varejeiras e vampiras da lama, pedão, alma! É que o teino da FRELIMO e a ponte aérea deram uma estaleca que vosotros não imaginan!

Bem, good evening avant la lettre em Bielorusso: "Dobray ranitsy..." (não é tão belicus? ai é-lo, só lo é!)

domingo, novembro 02, 2008

: : feministas de pacotilha em alvoroço histérico no mar tumultuso, mulher bonita com QI na costa : :


VG: ó Belita, ainda a popósito da qui-atura vaquilínea que necessita do cóte na auricula pa acalmá os calores que não da canícula (ai, bersejei (Hermano dixit not me!)), eu cá acho que, neste país, onde a vestimenta faz a monja, mêmo que esta nem saiba o Pai-Nosso ou mêmo a Avé-Maria, mexendo só os lábios ou as teclas, com fome os con textos, pa fingi que los sabe de có, pode-se dizê que, quando há muitas pseudo-feministas que se dizem sem inveja dos aderezos leguminosos egomáchicos, mas que, na realitatis, modem-se todas, po várias "rationes que a pópia ratio desconhece", que não interessa aqui desenvolvê, pois não tamos em plena Feira Erróptica... dizia eu que, quando há muitas feministas de pacotilha revoltosas no má, de olhos esbugalhados e bandeiras neguíssimas, de ceteza que tá uma bela mulier na costa...po isso é que elas tão sempe con la cantata da objetivationem eufemina na boca e da associação beleza/blondice/burrice, pois deve sê terribilis querê bincá e não podê...e quando isso acontece, isso não é Impulse, nem mêmo Expulse, ma sim Impotence, Despeito, Pride and Prejudice!
Una vera feminista não denigue outra mulhé somente po inveja ou despeito, pois tem consciência que, ao fazê-lo, se tá a diminuí a si pópia pelos sentimentos menores que albega, una vera feminista não se foca na fóma, negando-se ao negá-la, ma sim no conteúdo, afimando-se ao afimá-lo!
Eco eppur se muove!

whose octopussy histeric feminist lady? ©

: : no comments, great thoughts : :

: : olé, Belita : :


whose displeasing cow relaxing after its ear was cut by an experienced bullfighter©?

VG: Belita, quanto ao seu último poste no seu blop esoesférico (: : voltando às mundanidades apócrifas : : a indiferença britânica ou o ripostar latino? : : noblesse exige : :), só posso dizê: olé, touché!
Ópá, adorei a metáfora da vaca a quem lhe cotam a orelha pa podê acalmá a pevide...Tá demais...esse senhô não é quello chi ha namorato con Ava Jadineiro?
BM: Esse mesmo...um senhor, daqueles que se perdeu o molde!
VG: È vero! Un uomo cosi è rarissimo!

: : o cúmulo da loirice da Belita : :


VG: tava a nossa Barbie aficanizada, no autre jour, em plena reunionis, quando um dos membos da mêma pópia lhe dá o contato de telemobilis, telemobile, mandando-lhe um toque...e o que faz a Belita, o que faz? Atende....Ah, ah, ah, ih, ih, ih, ih, ai, ai...Ai, esta fica pá posteritas, posteritatis...Ela tem uma desculpa, mas tão esfarrapada, Meu Cosmos! (ma não a podemos revelá, pois ainda acirrávamos os ânimos e outas dimensionis menos pópias do real motiv...). Lá dizia o outo: SSS (o SSSSSSSSSSSSeguêdo do SSSSSSSSSSSSucessso é o SSSSSSSSSSSilêncio)... Vá, tá bem, vá, só podemos adiantá que tem a vê com a pintura, que não rupeste, e com as NTIC (Nuevas Tecnologías de Información y Comunicación)...credo! afasta, afasta, afasta, delete, delete, delete, erase! sai p´a lá, urubu!)


As pseudo-tias têm um lema parecidíssimo: o Seguêdo do Sucesso é a Sandália (daquelas donde se pode caí, fequentemente, con toda la fuerza del mundo!uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...fujam quando uma pseudo-tia cai do salto, quando se lhe estala a camada muito fina de gel que tem nas unhas de p´aí 3m de compimento... saiam da fente, senão, ainda ficam lesionados.........aí é que se ficam a conhecê as vedadeiras roots das ex-cabeleireiras e manicures, hijas de peixeiras, e atual empesárias ou Pubic, pedão, Public Relations (nós tamos a sê politicamente incorretíssimas, lo sabemos, mas, po vezes, sabe tão bem, ai, como lo sabe!....) Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, patão!, como dizem os compatiotas da Belita)...See you later, consporcator!

sábado, novembro 01, 2008

: : las confusionis em que nos metemos dão-nos cabo das potuberâncis cóneas : : os assados são a especialidade culinária e vivencialis da casa : :

VG: É bem vedáde, e a culpa é da Belita, com a mania da faceta Tessy de Calculá, po vezes, qué melhorá as coisas e, pulvo, mete não só a pata como o côpo todo na poça! Credo, que karpa, que tendentzia pós assados culinários e vivenciais!!!
E o pió é quando soba pós nossos Amigos, ópá! não tá céto, pá! alguém nos mande com um tijolo à la tête, mandado do topo de uma penthouse (pazzamos o pleuranasno...) qualqué? tem é de sê pink pois não apeciamos o brick (a cô, não o objeto per se)...

(janela tvisiva amarelo autoflagelação com nuvenzinhas pink guito do Ipi do Ranga:)

ó Belita, ponha-se já de joelhos e arraste-se po km3, que a menina, po vezes, é mais pós-modeníssima que moi-même e, depois, diz-se pé-modena (é, é...- no seu caso a E = mc1919 (aquele ano fantástico do momento em que o gallo do nosso azeite começou a esganiçá...)- a sua mania de quiá pessonagens fagmentadas pós-modeníssimas e de paticá o Bem e patati patatá e patatá patati já fez, une foix plus, ricochete...ó mulhé, não conhece a lei tubista da non interventionis?, credo! Feche a mataca po uns momentitos, apazigue a hipé-atividade antes que de hipé pazze a radio e culmine num mushroom incontolável...é que não lo apende!


Ma, seve este poste pa fazê um elogio a uma das nossas lv-target que se tonou nossa amicíssima:
(janela tvisiva pink tubulêntzia invenístico-quântica com nuvenzinhas guenás apaziguamento:)
Shadow and Light (sombra e luz ), sabe que nosotras a veneramos como Sê de Lux, Lucis que é! Pedoe-nos a nossa mania de metê as potuberâncias cóneas aonde não devemos! Apre, é que lo fazemos po bien, ma, não raro, descamba no caos...


Sua Leviandade (http://lavailama.blogspot.com/), pecisamos da esteira autoflagelante, again, e, já agora, de um cussilho de outono-inveno de autoflagelação obsessivo-compulsiva- ma, po favô, um em que não haja pseudo-tias, senão ainda nos insquevemos nalgum cussilho de tiro ao alvo, que tamos piussas con nosotras mêmo pópias, o que é pió do que lo está con lo exteriô!

sexta-feira, outubro 31, 2008

: : leite-motivo da semana: :

VG: e se alguém lhe quisé cutucá as potuberâncias cóneas isso é :) Expulse, o novo aroma da Papalva da Oliva.

: : halloween : : the other and dark side of the story : :

VG: E, today, comemoramos el dia de las bruxas (que las hay, las hay...)...Parabéns, pseudo-tias, hoje, tão escusadas de pestá povas de etiqueta e boas maneiras à comunidade elitisto-viperino-autoflagelante...Vá, hoje, ma só hoje, podem dá azo às vossas tafulhices, mentiras escabosas, fantasias socialight (i)neo-realistas, maldadezinhas venenolentas, makumbas, más educações, parolices e, acima de tudo, pinderiquices povincianas (bragh!)...Congratulations and celebrations...Islands in a gutter magazine that´s what you all are...we shan´t sail away with you to another completely insane world..."

Bjinhos, e mas una canzione refomulada pelo Vaca Gallo RSE ® specially dedicated to you, my darrrrrlings:

"Witch


Quem de nós cinco pode contolá o nosso pópio mêmo desenfeado inteno fogo?

qual é a regina (rainha em Lat.) do mal?

e quem de nós inventa mágicas a metê água?

qual pode a maió quantidade de pedas (de rocks não de losses) mandá?

agora, é melhó corrê poque jamais (en Français) taremos unidas!

Witch é botóximo, é a faqueza da fôça,

e vamos vencê ao tocê pós outos fazê pedê,

vamos manchá a terra com o venenolento mal,

com pequeninos maléficos poderes,

com pequeninos maléficos poderes.

witch,witch,witch,witch
vamos sujá o mundo todo e vai tutto il muondo de pânico morrê
só quando nos vi nas gutter magazines aparecê...yeeh!"


Outa:

"nós somos as pseudo-tias buxinhas, zum-zum-zum

Nós somos bem mazinhas, zum, zum, zum (...)"
Nós fingimos tanto e tão completamente, zum-zum-zum
que qualqué dia chegamos a fingi que somos aquilo que a realidade desmente...PUM!




quarta-feira, outubro 29, 2008

: : good morning avant la lettre in Armenian : :


VG: Bem, hoje vamos dá os bons-dias avant la lettre em Arménio, a língua do pimeiro povo cristão que aguentou "fime e hito como uma barra de ferro" (Buxus Alexandino dixit not me!) os malvados dos tucos otomanos, durante séculos, até sê po estes chacinado no início do século pazzado...Genocídio que só há bem pouco tempo foi reconhecido pela comunidade intenacional...é a tal lógica do politicamente correto e imoralmente abjeto (la consonante suda falls...)- "somos todos iguais mas há uns mais iguais que outos", uns são chacinados, outos são simplesmente apagados da foto de gupo...tamém, é só uma questionis semântica...
Ai, credo! que com esta convessa toda esquecemo-nos do pincipal- dá o good moning avant la lettre em Arménio- olha, agora, já não vai avant, mais pendant: Bari luys!
O que vale é que os meninos são todos uns quiduxos e não nos fuzilam po estes petits riens (há quem nos fuzilasse, ma, Gaças ao Cosmos e às Enegias Quântico-Galoáticas, já tá bem longe da nossa vida e da nossa vista...Salve a Regina, que Ela É tão Fina!)

: : El Solitario : : o Roby dos Frosques pós-modeníssimo e novo Che po nós penunciado : :


VG: Ai que o El Solitario ainda se vai se assumir como um Roby dos Frosques pós-modeníssimo anti-capitalista selvático-Tio-Pastilhesco...sintonizem a minha fequência que acetam na mouche varejeira....- pelo andá da carruagem, que não royalis, royale, ainda vamos vê-lo a sê canonizado como ícone ideo da lógico e da moda como o El Che, esse rapaz tão justo e humano que levou a revolutionis, revolutione constantis, constante a todo o lado...
(janela tvisiva vêde revolución con caveirinhas amarelo periquito pa mudá de inté do locutô:)
Ópá, changing the subdeject, ó Belita, pá!, pa que voltou à sua faceta de Made Tessy de Calcutá, pá? A menina não sabe que qui-aturas viperinas não distinguem o banco do nêgo, são daltonicíssimas? É que não lo apende mêmo, credo! Mania de dá candies do Capuchinho Rubio aos lobos...Depois admire-se de tê as mãos todas picadas em uni-som po duas surucucus digitais que, quando uma diz mata, a outa esfola...Olhe, a menina no ciclo, que não da vida, não tinha como pseudónimo o nome Kate? Ah, tá bem, es que las coincidencias no las hay...

Quanto ao Usinho de Peluche, olhe, volte à alta, eu, cá po mim, tou sempe lá, a não sê quando vou à Baixa...

terça-feira, outubro 28, 2008

: : duas cicunstâncias que me puseram à beira de um ataque de feltos... : : de novo o sapal luso y tansilíneo : :

VG: 1rst: bem e o nível das águas do cháco não pára de baixá, principalement, quando se fala de pogamas da Teté Guillaume... eu nem sei como a cachopa ainda não descobiu o Johny Klebéeeee como half-face!, é que são almas gemini, almost si-a-mesas! Ainda não peceberam que naceram um pó outo? Credo! é que não só tá esquito na cara como noutas pátes menos destacáveis- são igualinhos, até na foma como atualizam as tendências trendy mais hit e hot (pincipalmente, as hot...) Os dois como locutores na Feira Erróptica seriam um smashing hit!
E não é que o last degrading concorrente, que, hoje, vai passá no little scream, pedão, screen, vai assumi que odeia os pais, a imã, que os tocava po uns milhares de euros, que andou pelo Palácio de Seteais a fazê de tudo menos passeios turísticos, que a imã é uma falsilínea das piores, que derrama uma láguima em pleno pogama, pois tem um poblema oculá que a faz tê sempe uma láguima no canto do olho, que maximiza pás suas manipulações? Ai, está é de móte! ih, ih, ih! Ai, até chega a sê poética...- a mulier que tem um poblema oculá que tudo consegue pelo laquimejá constans, constantis (eu não vos disse que este país à beira-má alambuzado é do mais pós-modeníssimo que há? Se o Pêdo Al Muuu da Over nos descobisse como inspirationis mais vezes, era um hit atás de outo...Já tou a vê o título: "Láguimas Aguidoces"...)

2nd: como toujours, fui dá a minha promenade matinal e qual o meu espanto?!- vejo um sombrero (era assim que a Belita chamava lá em Metrambique aos guada-chuvas e sóis...) enomérrimo de uma esplanada a querê voá com uma ventania que parecia o Apoca, Elipsa-te e, moi-même pópia, levada pelos ventos cívicos da pudentzia, a tentá amarrá-lo com um fiozito que extaí de outo, mas...eis que o nó se desfaz..ó loucura, ó impudentzia, ó catástofe! ...bem, entonces, passando um senhô, pedi-lhe que fizesse um nó mais fóte- sabem o que o homem fez? Um laço...Um laço?!!! Ou é da minha bista...ou os homens deste país andam a comê alpista demasiado pink...Um laço? Ai, credooo!...chamem-me o Está Lona ou o Jean-Claude Vem Dá-me ou mêmo alguns dos turras da FRELIMO que aterrorizaram a Belita, pleaase, que isto tá-se a toná um sapal de butterflies! Um laço?! Buáááááááááááááááá!


domingo, outubro 26, 2008

: : uma das musics da lavagem ao cérebo fancófofa que a Teté fez à Belita as a child : : que horrô- o Adamô, non , po favô...



VG: E não é que a Belita, maintenant, adora esta música horrorosa!? Mon Dieu de la France, Donnez-moi de la Pacience avant qu´elle s´en va (la pacience, pas Belitá...)

Bem, e o que esta piroseira me faz lembá- aquele poema muito famoso:

"Batem na neve, levemente, como quem espirra...Atchiiiiiiiiiim!!!...

Será um turra, será um demente?

Um demente não é cetamente e um turra não bate assim..!"

Adaptationis, adaptatione do Vaca Gallo RSE ® de Lua Não Há no Terreiro de Au, que Custo, Gil, 1909 (um ano just terrific como o de 1919, desde o qual o gallo do azeite homónimo anda a azuqiná-nos a pacientzia com o seu canto estidento-constante (credo! haja pachorra!)...

: : Non son degno di te : : Gianni Morandi no Vaca Gallo RSE ®

: : cueldade eco da lógica : :

VG: nós, today, tamos muy directas, perqué presto andiamo a fare uno workshop eco da lógico conta gente tóxica, que só cá anda pa fazê mal aos outos...
Po isso, qui resta un conseglio às almas neguíssimas que poluem o ambiens, ambientis terrestris:

whose cruel yet clean green message ©?

: : vedáde (in) contestável : :

whose wise chicken ©?
VG: e, afinal, no pincípio e no fim era...tchan, tchan, tchan....o ovo! Ai, que must, o que nós adoramos ovos!!! E pintos? A Macaconde deste spot adorava-os tanto que quase os matava de os apetá na mão!- a Belita fatou-se de levá com ellos nos canavais (com os ovos, não com os pintos...)- como é muy anglo da saxónica da mens, mentis paga da mática (peceberam? moi non plus...), apoveitava, toujours, pa fazê uma máscara com ceveja, que fotalece as raízes (dos capelli, of course, que as outas ou se las tem ou já não nos nacem!...)