cuore busy nest

cuore busy nest : . "A ciência nada tem a ver com o inefável: ela tem de falar a vida se quiser transformá-la"Roland Barthes, 1958 (ed. 1997 : 183) : . "Os Céus Dispensam Luz e Influência sobre este mundo baixo, que reflecte os Raios Benditos, ainda que não Os possa recompensar. Assim, pode o homem regressar a Deus, mas não pode retribuir-Lhe" Coleridge (maiúsculas acrescentadas :)

main images source :) we heart it ©

sexta-feira, janeiro 25, 2008

E a inveja traiu a mulher (zinha).......................................




IAM: Resolvemos, hoje, repostar algo que já escrevemos atrás, porque julgamos este leitmotiv da inveja feminina sempre pertinente num país a transbordar deste sentimento menor, como diz o Professor José Gila no seu "Portugal Hoje: O Medo de Implodir", e que, por isso, transmite, frequentemente, tão má energia ao Cosmos! E já sabemos- a lei da acção/ reacção é implacável, não é Sua Leviandade Isotérmico-Encefálica?
(em directo, ao vivo e a cores com o blop: http://lavailama.blogspot.com/)
(janela amarelo rinoceronte com bolinhas tigresa pink, claro está, para mudar de intelocutor: )
Aqui vai a bazuka verbalo-iconocaústica rosa choque, como diria a nossa cara amiga bovino-galinácea:


Mote: "e se alguém se trai isso é Traiu-se, o novo aroma da Palma da Olívia" (private joke highly extended to some Portuguese public sphere´s pitiful characters):

Ó Vaca Galo, estava eu aqui a pensar numa conversa que tive no outro dia com uma grande amiga minha espanhola que vive há uns anos em Portugal- dizia ela que os homens portugueses es que son muy raros (esquisitos em Português, pois, em Castelhano, o vocábulo esquisito tem o significado do vocábulo raro luso)- pois, quando olham para uma mulher bonita, fazem-no não frontalmente, mas de soslaio, enquanto que os espanhóis fazem-no de forma clara e assumida.
Esta conversa fez-me pensar numa questão paralela que creio ser transcultural, apesar de mais acentuada em países onde a noção de individualidade não é muito respeitada: as mulheres com um palmito de cara e/ou corpo têm de aturar cada uma no dia-a-dia! É que, matutemos, as principais fontes de discriminação da beleza feminina não são os homens, mas sim as outras mulheres menos favorecidas que se sentem atingidas pelos atributos alheios. Ora vejamos- vai uma mulher bonita a passar na rua, quem é que olha mais e se mete mais com ela? Serão os homens? Dooong...Errrado. São as próprias mulheres. E das duas uma- ou todas elas jogam na equipa contrária, o que é improvável (sabe-se lá, não é?), ou então a cotovelite aguda (há quem diga que a fractura do cotovelo é a pior que aparece nos hospitais!) é tanta que estas tristes se distribuem por três (Eu disse três? São seis) atitudes típicas e muito previsíveis:
(a) fazem um ar furibundo e tentam não olhar de todo para a criatura que atinge o seu ego, mas o esforço é de tal forma grande que se percebe logo que, se empinam tanto o nariz, é porque algo as incomodou (esta atitude é das mais civilizadas, convenhamos, que uma mulher não é de ferro e não pretende ser canonizada, todavia, não deixa de ser triste!)
(b) tossem nervosamente ou riem-se histericamente, como se algo lhes fizesse despoletar um estado de disforia catártica disfarçada de euforia no mesmo grau de intensidade.
(c) fazem um ar de desprezo absoluto pela pessoa que nem conhecem, mas que, telepaticamente, adivinham ser mais uma acéfala que certifica a sua própria superioridade, ar esse acompanhado por um risinho maléfico nos lábios ou por um ímpeto pseudo-intelectualóide de génio autoproclamado, i.e, de mais um bluff convencido da sua superior celestialidade, reforçado por frases de autores célebres que, compulsivamente, decoram, arquivam e recitam para impressionar a turba alienada! Isto é, são mais afoitas às citações alheias por centímetro cúbico do que ao resultado da capacidade crítica própria por metro quadrado, assumindo-as como se a Palavra de Deus literalmente interpretada fossem, sendo, inequivocamente, incapazes de expressar pensamentos próprios e genuínos, actualizando os malabarismos verbais, sempre, com rede protectora atrás e por baixo (às vezes, até por cima, não vá acontecer não estarem preparadas para o "improviso" perante os acasos da vida). How ridiculous!
(d) tentam meter-se com o alvo da sua cotovelite aguda, mas não directamente, mandam umas bocas maldosas a meio tom com o intuito de conduzir a invejada a dar-lhes a resposta merecida em tom regular, para a puxarem para o campo que dominam- a baixaria- (meninas, não liguem- o desprezo mata mais ervas daninhas que um herbicida!).


(e) se estiverem em grupo, incorporam o espírito de comadres quadrilheiras a olhar de soslaio, mas repetidamente, para a criatura que as faz roer de inveja e tentam descobrir tudo que possa mandá-la abaixo, fazendo insinuações do género, em voz sussurrante e com ar conspirativo (às vezes, chegam mesmo à falta de chá de porem a mão à frente da boca): "Ah, ela é bonita, mas, repara- tem uma pena mais curta-, e aqueles sapatos, ai aqueles sapatos, onde foi ela buscar aquela piroseira? Que horror! E sabem o que me disseram no outro dia...?!" Esta reacção só acontece se estiverem com as costas bastante quentes em termos numéricos, pois senão, optam por outra, digamos, que lhes evite um ricochete directo. A intenção é levar a vítima a sentir-se desconfortável, receosa e insegura. Às vezes, sai-lhes o tiro pela culatra e recebem a reacção que merecem- uma genuína gargalhada sonora, o que as faz logo dispersar, tipo galinhas tontas que ouviram um tiro do fazendeiro e "salve-se quem puder, que eu nada fiz nem nada disse, foi ela", apontando para uma das companheiras de coscuvilhice. Estes espectáculos de vaudeville são tão menores que lembram aquelas figuras ridiculamente tenebrosas dos circos da Idade Média. Mas, coitados, estes últimos estavam lá obrigados, enquanto que as invejoso-compulsivas são voluntárias no grande Circo Mundano da Frustração Galopante.


E o mais engraçado e pitoresco é quando resolvem enveredar por esta atitude em frente da sua cara-metade- se o rapaz for também muito dado a menoridades, embarca na quadrilhice e as quiduxas ficam em êxtase (eu até acho que devem utilizar este método para se entusiasmarem mutuamente); se for uma pessoa decente, cala-se, mas sente-se instintivamente intrigado, interessado e, por vezes, ai tragédia das tragédias, até atraído pelo alvo da maledicência, atitude aliás muito masculina (a Natureza, por vezes, é muito justa)!


(f) a reacção mais execrável de todas: tentam ofender, da forma mais baixa, o alvo da sua cotovelite aguda, dizendo as maiores barbaridades que poderiam inventar de alguém- para esta gente quanto pior melhor. E ai da vítima que se defenda, mesmo que elegantemente, partem para a baixaria de uma forma, que até assusta a mais vernácula das vendedoras do Bulhão!


Conclusão psicanalítica: estas quiduxas que sofrem de cotovelite aguda, ao quererem depreciar os atributos de outra(s) que invejam, só a(s) elogiam, porque, se pensarmos bem, todas as atitudes descritas são próprias de alguém que teme algo, neste caso o brilho de outrem, porque não tem grande auto-estima, alguém bastante inseguro que, para se sentir bem consigo próprio, necessita de humilhar o outro que o faz sentir-se desconfortável na sua pele (quando, de facto, se está a humilhar a si mesmo), alguém sem muita educação, que não respeita os outros nem se respeita a si. Ora, se a mulher que passa tivesse as características que elas gostariam que tivesse, elas nem sequer dariam por ela, nem sequer profeririam um pio que fosse. Enfim, mundanidades indignificantes de um quintal à beira-mar encalhado!


Ó quiduxas, façam um favor a vós próprias- em vez de depreciarem pessoas a quem a Natureza bafejou com a sorte que vocês não tiveram e que davam o pé direito para poder ter, por que motivo não fazem algo para elevar a vossa auto-estima? Poderiam ajudar os outros, fazer um retiro no Tibete ou na Índia (olhem, agora com a telenovela Fascínios, da TVI, este destino está muito na moda), passar à leitura d´ O Segredo com olhos de ler, inscrever-se no yoga, no tai-chi-chuan, no pilates, na dança (quanto mais desgastante melhor!), em cursos profissionais, num curso de formação cívica, em cursos de valorização pessoal, contratar um personal stylist, poderiam fazer uma plástica, um lifting, pintar as unhas, olhem, sei lá, tanta coisa, sem necessitarem de tentar pisar para subir (descer, a bem da verdade). É que fica tão mal e denuncia-vos logo! Basta o alvo da vossa cotovelite ter um bocadinho de conhecimentos psicanalíticos para vos etiquetar logo- esta, coitada, por algum motivo, pensando que me está a depreciar, está-me a fazer dos maiores e não dos melhores elogios (que esses são proferidos por outras entidades).

E, também, pensem- de acordo com os vossos parâmetros pequeno-burgueses, é uma vergonha estarem a abordar uma mulher em plena rua, ainda passam por pertencer ao lado contrário da barricada e vocês não querem isso, pois não? Não...(sabe-se lá, hoje há gente para tudo e todos aqueles que negam veementemente algo, normalmente, é porque se sentem cativados, mas reprimem-no com todas as forças do seu ser, só o assumindo anonimamente na Internet). Vá lá, voem, saltem da prancha em looping, mas deixem de se preocupar com as asas e os voos alheios. Está bem, vocês podem não ser um Boeing 747, mas podem ser uma avioneta jeitosa, desde que se cultivem. A inveja é um sentimento tão menor, próprio de criaturas tão pequeninas, encefalicamente falando, claro!
E por falar em encefálico, então, quando uma mulher bonita é inteligente, aí, vocês não aguentam, arranjam uma enxaqueca que nem à base de chá de casca de laranja lá vão! Saravá, deve ser tão triste viver em prol de menoridades!

Quanto às bonitas que me estão a ler e que já se viram nestas situações tão incómodas e degradantes , uma vez que revelam a menoridade do ser humano em todo o seu esplendor, um conselho: riam-se, riam-se muito destes cérebros tão pequeninos, cujos comportamentos ridículos só merecem uma gargalhada sonora como resposta; ou, então, ofereçam-lhes a melhor das reacções- a indiferença misturada com compaixão. Temos de ter pena das(os) pobres de espírito.
Mas, blast, but not beast, como diz a Vaca Galo, Graças às Energias Positivas do Cosmos, há, ainda, muitas mulheres bonitas, por fora ou não, que mantêm uma beleza interior inexpugnável (nem o tempo e as rugas a derrubam)- aqui vai a sétima reacção de gente maior, emancipada e civilizada:


(f) uma mulher vê outra mulher bonita, olha com curiosidade, mas não ostensiva e fixamente, revelando educação e savoir faire et être, pode até ficar com uma invejazita do tipo- a miúda é mesmo bonita, quem me dera ter uns olhos assim!- mas, depois, passa e diz de si para que si (Vaca Galo ©): ainda bem que existem mulheres bonitas, que gostam de si, que se valorizam, que estão felizes, que fazem alguém feliz, que gostam de viver, ainda bem que existem belezas tão diversas que nos enriquecem estética e humanamente, ainda bem que muitas mulheres conjugam a beleza física com uma inteligência aguçada e princípios de vida tão elevados, ainda bem que existem mulheres que sobem na vida pelo seu trabalho e pelas suas tão profícuas capacidades (é que isto da beleza abrir as portas é um mito das menos dotadas- abrir abre, mas se a beldade for mais dada à facilidade do que ao trabalho; porque senão, e se se deparar com mulheres e homens plenos de frustrações, para as abrir só com muito trabalho e paciência, que, convenhamos, é o que dá mais gozo, as facilidades são tão entediantes!). O cosmopolitismo, a educação e a verdadeira emancipação feminina são tão bons de experimentar e de se vislumbrar no outro! São estas mulheres que, verdadeiramente, contribuem para a emancipação feminina, as outras, as invejoso-compulsivas, fazem mais num dia em prol da discriminação do seu próprio género que todos os homens juntos num ano!

A vossa, Isabel Anjo de Martello

Isabel Metello ©

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Resposta icónico-explosivo-subvessiva ao PicaMarreta..............................

(em intecomunicação em direto, ao vivo e a peto e banco com o blop http://vaisaonde.blogs.sapo.pt/)
VG: Quanto à minha foto bio da gafia, PicaMarretazito, como dizia um amigo da Nené, uma amiga minha, "o seu cheque não pode sê descontado no banco da minha indifença", mais p´a mais poque mudámos de gerência e chamámos a PJ p´ós obigá a saí, seguindo as tendências mais fashion do momento. Como tal, dou-lhe uma resposta iconocáustica ponta a rebentá, com base em duas imagens elucidativas- como dizia o outo que toda a gente pensava que era um pensadô chinês ou japonês, ma que depois se veio a sabê que era um vendedô de sabonetes: "uma lavagem vale po mil patacas!" Agora se uma vale po mil patacas, imagine 2!
Aqui vão as ditas:

Disney ©


Da sua con diz qui pula,

Vaca Galo

PP(Pós-Postado): vou contá à Belita que já fez a foto bio da gafia dela. Ela vai espumá tipo Moêt & Champignon!

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Uma Belita voava voava, com o coração no á.......................................

VG: Ó Belitita, lá retonou a menina ao leite-motivo do voo no seu blop esoesférico ( http://briefnewworld.blogspot.com/ )! A menina é memo uma alada- um dia destes ainda me pega um valente susto e anuncia-me que lhe nasceram umas asas e sem necessitá de bebê Pet Bull!

Mas não foi um alado amigo do seu pai que, pa não matá uma minha pima que foi pastá p á pista, pousou e levantou voo de novo no aeródomo? Gande homem, sim senhora! Vê-se logo que era amigo do seu pai, pa gostá tanto de animais!
Olhe, se fosse hoje, o mais ceto era a vaquita sê feita em bifes pela hélice, logo ali in louco na pista!

Mas hoje é o Dia da Libedade e eu tou tão feliz que só me apetece guitá: Viva a Libedade de semos quem somos, memo que nos apeteça i pastá p´á pista de aterragem, que venha a hélice que nós cá tamos p´á despedaçá à dentada, com toda a coragem!

terça-feira, janeiro 22, 2008

O Síndoma do Peté Pão: Onofe Varredela ataca a quença alheia


Peter Pan, Disney ©


VG: Ó Belita, tive a lê o seu poste no seu blop esoesférico- o Beef New Wold ( http://briefnewworld.blogspot.com/) (what else?)- sôbe o Dia Mundial da Reli-guionis e relacionei-o com uma entevista suppé funny que ouvi ontem na TSL a um tal senhô chamado Onofe Varredela, que dizia que os quentes, os que quêem em Deus, afinal não é em Deus que aqueditam- é no Peté Pão e ele não existe, declara ele na sua oba, do alto da sua clari e evidência realisto-compulsiva. Bem, ao senhô quase faltô chamá alucinados aos quentes que quêem no Além e de afimá que a inteliggentzia é mono do pólio dos ateus (aqueles que só aqueditam no que vêem, coitados!). Bem, só visto! Eu até apontei uma fase muito gira do Ônofe. Então, aqui vai: "quando morrê vou ressuscitá po alma de quem?"

(janela tevisiva banco Mao como asssss Cobasssss com foicezinhas cô-de-rosas Opêtazinha dos Cantosss pa mudá de intelocutô:)

Ó Onofe, se ressuscitá vai sê po via da sua pópia alma ou pensa que a descatabilidade dos pensos higiénicos da sociedade consumisto-espectacularizada contaminou o Além?
O Onofe ainda tentou compô o ramalhete, ma estatelou-se- a sua petu da lância entonizou-se como imagem de maca (de maca hospitalá, pois o Onofe deu um valente tiro no pé em direto, ao vivo e a cores!). Isto seja, como dizia o anúncio: "e se alguém se trai isso é traiu-se!"
Onóoooofe, ó Onóoooofe, quiduxo, o Peté Pão existe, mais não seja se apenas uma quiancinha aqueditá nele! Então, "o sonho já não comanda a vida" e "sempe que um homem sonha o mundo" já não "pula e avança como bola colorida ente as mãos de uma criança", como dizia o Gê do Tião? Então, a realidade já não é relativa, mas absoluta? Já não é complexa, mas pode sê explicada po uma fómula tão simples como a sua? Ou a sua relatividade é diretamente popocional aos intesses ideológicos momentâneos de cada um? Há aqui uma inconguência oganizacional da sua páte que dói!
Então vossa mecê já tá como a Opêtazinha dos Cantos a dizê que "o Natal lhe põe os nevos em fanja" (ente as hodas avemelhadas, o Natal dá um jeitaço- sempe nos cota a fanja dos nêvos- é melhó que uma massagem tailandesa num dos melhores SPA!) e a querê-nos impingi as histórias de terrô sovieto-estepianas como contos de fadas? Ai, ai, Onofe, quesça, homem, se não gosta do Peté Pão, aquedite, pelo menos, no Capuchinho Vemelho, mas leia a história ao contário, que é mais subvessivo-implosivo-foi a garota e a avó que comeram o lobo- são as duas neta e trisneta do Mal na Kova e pimas do Put Him In. Diz-se que dizem que até a pele lhe engoliram as facínoras!

(janela tevisiva amarelo Put Him In com matelinhos roxos Jerónimo de Lousa pa mudá de intelocutô:)

(em direto, ao vivo e a cores com o blop: http://lavailama.blogspot.com/ - ao lado na lista de hipé-ligações, já que este blop se recusa a fazê-la right here)

Sua Leviandade Anti-Rubo-Alegénico, o que pensa de tudo isto?

Calúnias do PicaMarreta

(em intecomunicação em direto e ao vivo com o blop do PicaMarreteiro: http://vaisaonde.blogs.sapo.pt/ - link tamém na lista de peferências)

VG: Ao PicaMarreta picou-lhe o moscado da veneno-maledicência e deu-lhe p´a lançá fapas conta nous, us, we and ourselves e o nosso tutu: o Arturra. PicaMarreta, não despéte os rinocerontes adomecidos que há dento de cada uma de nosotas, que nós furamos-lhe a tipa e mudamos de objeto-alvo- da Opêtazinha dos Cantos passamos a si pópio. Não nos cutuque que vira estuque! Não nos arrepele que lhe cutimos a pele (a fio, sem epi dural)! Aqui o postamos Hip SIS vebiamente:

"Fotobiografia do Castanhinho
O Guru-Espirritual da Bélita, tamêm nuuuunca m´inganou !
Começou por ser taxista ("fogareiro-indiano") :
Fôe, tamêm, Comerciante:
Organizava Festivais de Comida-Indiana:
E apanhava gandas bezanas, com bejecas-indianas :


Más tardi, fez uns filmes em Bolhiwwod :
Como tava habituado às banhadas, qando vêo pra cá, empregou-se num SPA :


E começou a dizer a toda a genti, que tinha sido disciplo do ganda-Ghandi :
Que tinha ficado muitos anos no Tás-Maal, a fazer meditação trans-sem-dental :
Para apurar quem tinha nascido primeiro - s´ o ovo...s´ a ser-pente :
Com toda esta folha-de-servicios, depréssica convenceu as "Socialites" que era um creden- ciado Guru (tipo Génio da Alampadazinha) :
Mas como já não conseguia controlar toda a Clientela trouxe, lá da terra, umas ajudantes :
(Que lá na Índica, tamêm servem de chuvêro) :
E fôe assim qu´a Vacagalo se tornou animal-d´instigação da Belítica.
Pata Negra, de Montado"

segunda-feira, janeiro 21, 2008

Woman in Red III : : nota de finca, ai, credo, finta o pé : : o simbolismo motal eteno da foice


(Credo, sarává, saracuti, afasta, afasta, afasta, delete, delete, delete, erase!!!!!!!!!)

Back to Opêtazinha dos Cantos´ Soviet Supeme Cosmos:

VG: Nós ambas as duas olvidámo-nos de um pomenó sin gelo, mas com tu dente: Na tal entevista pêt-a-potê à VINP, downstairs postada, a repóté pegunta sábia, porém, todavia, contudo, calcinanto-estupefaciantemente uma questão: "Voltando ao PCP, dado que a foice tem, nos tempos modenos, sido substituída pela ceifeira debulhadora, em que medida pode chegá o tempo em que o símbolo do PCP tenha de ser mudado?"

E Opêtazinha responde turramente: "Não há essa necessidade, porque há coisas que se mantêm sempe como símbolos. Por exemplo, o Hino Nacional mantém-se como símbolo e hoje não tem muito a vê com a Nação. O Hino era um potesto conta os ingleses. Há símbolos etenos e a foice é um deles."

E nós ambas as duas aqui no Vaca Galo RSE respondemos: ah, pois há e a foice é, de fato (de veras, veritatis e não de fato e gavata!), um deles: simboliza a mote.

Woman in Red II : : de novo as unhacas dos pés de Opêtazinha dos Cantos



(em intecomunicação em direto e ao vivo com o Cosmos Soviético Supemo de Opêtazinha dos Cantos:)

VG: Voltamos de novo, em directo e ao vivo (Salve a Regina, que ela é tão fina!), ao leite-motivo das unhacas de gaviona de Opêtazinha dos Cantos. Porém, todavia, contudo, desta vez, ilustamos o vébo com as safadas das imagens. Esclarecemos os nossos leitores basileiros e palopianos que a Opête foi uma deputada do PCP (Patido Colorista Potuguês)na Assembleia da Res Pública Potuguesa durante, ora vejamos, p´á aí durante 100 anos, apoximadamente, desde sempe, em jeito de resumo conológico-sintético-analítico! Bem, continuando...........
Nesta imagem de um atigo de última página in titulado "Opête dos Cantos: As Canções de Natal põem-me os nevos em fanja!", de um exemplá da revista VINP (Very Insane Non People), vemos Opêtazinha no seu fato balalaica-saia com umas sandálias petas supé-fashion, pousando ao lado de um cataz comemorativo do 1º de Maio de 1975 do PCP, do seu ídolo Put Him In e do seu ob-jectum de ódio visceralo-intestino: o Geogie Abusto. Diz ela que não sabe po que é que que diz-se que dizem que o Put Him In é um "facínora totalitarista"! Ó Opêtazinha tem toda a razão- comparado com os imãos Metalha Cósmicos- o Está na Linha, o Mal na Cova, o Beves na Neve, o Put Him In é um santo, embora de pau oco.


Mas, vamos ao nosso leite-motivo: reparem nas imagens, desta vez iconicamente, pa não andarem a dizê que nós inventámos a matéria num dos nossos últimos postes. Esta é a vedade vedadeira: Opêtazinha apesenta as unhacas dos pés como se tivesse andado a lavá a terra com elas (eu disse lavá- ará- não disse lavá- banhá!). Isto seja, Opêtazinha, apesá de parecê tê enveredado pela inconguência oganizacional ao escolhê as sandálias, no fundo, lá bem no fundo- nos pés, potanto- respeita-a integal e populá a mente- nem a saudosa Catarina Eu, Femina? apesentaria uns pés tão poletários!

Off the post: atenzione: carregue na foto se deseja visioná o nosso objecto de análise venenolenta mais de peto (aviso: advete-se os leitores que as imagens a segui postadas podem chocá mentes estétipo-asséticas mais sensíveis; conselho: apete o nariz e ponha uns óculos amarelados p´a julgá que o defeito é das lentes!)

Mas, blast,but not beast, a equipa desta publicação rosada (não a nossa, mas a da da VINP) conseguiu captá a imagem do último luxo da Opêtazinha- uns sapatos pateados, diga-se, a bem da vedade, demasiado bilhantes p´a uma anti-capitalista! Mas a moda tá a pegá- agora os mais apegados às bilhâncias, ao stass e às pupurinas capitalísticas são os anti-capitalistas e os antigos combatentes pelas libedades pópias! Confima-se o que Niet Atchim tanto defendeu (o Niet Atchim foi aquele que esqueveu o livo A Origem da Comédia e o Anti-Cisco)- mudam-se os tempos, mudam as cadeiras ou poleiros, mudam os rabos, muda o aspecto das unhacas dos pés, mas mantém-se ou intensifica-se a natureza humana vedadeiramente deslumbada com o bilho da matéria, pincipalmente aquela que nunca o viu durante a sua infância e adolescência!

Meravigliosas purpuras creaturas

Agora, até tou como a Belita e apetece-me cantá o hit parade da Gianna Mousse da Lini: "Meravigliosas purpuras creaturas, poveri, voi siete fatti cosi/ Meravigliosa principessa negra paura de a´vemmo a voi al poder/ Meravigliosas tutti coloritti creaturas, ho deciso e non se ne parla più/ (...) lo riso compulsivo descendi al paradiso (...) Meravigliosas purpuras creaturas (...)"
Isto seja: como dizia a Vóvó Donalda: "Não peças a quem pediu; não sivas a quem seviu e há bem pouco tempo meteoricamente subiu, pincipalmente àqueles que, quando seviram, o fizeram com ódio viscero-biliento e, quando subiram, o foram destilarando pelo caminho!

sexta-feira, janeiro 18, 2008

Socoooooooooorro, os chineses invadiram-me popemente a maison....................

(em intecomunicação em direto e ao vivo com o blop: http://lavailama.blogspot.com/ )

VG: Socoooooooooorro, Belita, Sua Leviandade Anti-Sínica, Pasmacento, os chineses invadiram-me, de foma pop, mas não light, a ma riche maison!
Pimeiro, aguegaram a marabunta avemelhada intecontinental num movimento anti-boa-vida alheia, ma não pópia, em uni-som:


Erró, Intérieur Américain nº 7, 1968, acrílico sobre tela, Aquisgrano, Neue Gallerie-Sammlung Ludwig, in Osterwold, T. (1994), Pop Art, Tashen: Koln

Logo depois, rasgaram-me a lingerie e deixaram-ma neste pindérico e penduricado estado:


Claes Oldenburg, Lingerie Counter, instalação, Budapeste, Ungarisches-Ludwig-Museum, in Osterwold, T. (1994), Pop Art, Tashen: Koln

De seguida, desinsuflaram-me a retête:


Claes Oldenburg, Soft Toilet, 1966, Nova Iorque, Collection of Whitney Museum of American Art, in Osterwold, T. (1994), Pop Art, Tashen: Koln

Não contentes com essa malvadeza, fizeram o memo com o phone:


Claes Oldenburg, Soft Pay-Telephone, 1963, Nova Iorque, The Solomon R. Guggenheim Museum, Image: Guggenheim Museum

Já a espumá pela boca, encolheram-me a cozinha e encheram-ma de canes, logo a mim, que sou ovo-lacto-beige e tariana:


Claes Oldenburg,The Stove with Meats, 1962, Aquisgrano, cedido pela Neue Gallerie-Sammlung Ludwig, in Osterwold, T. (1994), Pop Art, Tashen: Koln

E, blast, but not beast, inundaram-me a casa de beatas desinsufladas gigantérrimas (o hipé-mega-pesadelo de qualqué militante da Azá):


Claes Oldenburg,Giant Fagends, 1967, Nova Iorque, Collection of Whitney Museum of American Art, in Osterwold, T. (1994), Pop Art, Tashen: Koln

E eu que sou como o pesidente da Azá- detesto beatas alheias, tanto as pós-inflamáveis, como as outas!

Salvem-me da paga amarela, po favô, Pasmaceeeeento, diga à Pofessora Dôtôra Wang, Sou eu a Ying que lhe peço desculpas com as minhas potuberâncias cóneas a arrastá pelo chão, cantando o hino da Intenacional Socialista e recitando os Poemas e as Obas Encolhidas do camarada palhaço Mao Como Asssssss Cobassssssssss! Mukoi e Choikin que me voy para el trabajo y en fuerza amba eu pópia com a Belita!

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Cuidadito, que os chineses ainda lhe limam o cornito....................


Photo of Taz Devil t-shirt: Isabel Metello ©

DP: Ó minha cara amiga bovino-galinácea, eu, se fosse a si, tinha mais cuidadito- olhe que os chineses não brincam em serviço- já viu o que aconteceu à coitada da Belita, por duas vezes, num restaurante sínico? Intoxicou-se- a cachopa quase quinou, o que vale é que ela engoliu tanto matope, tanta filária, tanto paludismo, lá nas terras do Oceano Índico, que criou umas defesas maiores que as minhas e olhe que eu venho de uma terra de gente bem rija, ainda que do Pacífico!
Veja lá se quer levar eternamente com um pingo de água na cabeça!

(janela televisiva rosa andorinha, com dentes vemelhos galinha para mudar de interlocutor:)

(em intecomunicação em direto e ao vivo com o blop: http://vaisaonde.blogs.sapo.pt/ )

PP (Pós-Postado): Ó PicaMarreta, para que conste, este não sou eu mas sou mais eu do que aquele que você disse que era eu. Ai capito?!

terça-feira, janeiro 15, 2008

Na China, filme que não se insqueve vê não se deve...................


Contos do Dragão, Adap. Wang Suoying

VG:Ó Belitaa, viu aquela Senhora Pofessora Doutora chinesa de seu explícito nome- Wang, Sou eu a Yng-, leitora da língua sínica na Universidade de Aveiro, no Câmba Obscura- aquele pogama que a Belita gosta tanto da quiduxa Paula Moura do Tinteiro? O tema centaal era a China e esta leitora, questionada pela Paulocas sôbe o sucesso além fronteiras do cinema sínico altenativo, isto seja, sem apovação oficial, deu-lhe p´a dizê, de foma, aliás, bastante subreptilínea, que estes realizadores não eram apoiados pois falavam de "coisas feias" (entenda-se de realidades que não interessam sê visíveis cá fora), "tistes", que as pessoas não gostam e não tiveram o apoio do goveno chinês poque não se insqueveram! "Era só o que faltava", quase dizia a senhora, "que o goveno chinês se desse ao luxo de apoiá a libedade de expessão de quem não se insqueve!"
E a Paulocas retoquiu-lhe e muito bem- "mas a isso no Ocidente chama-se libedade de expessão!" Mas a senhora com aquele sorriso albarraniano de tou-te a gabá mas tou aqui tou-te a esfaqueá, teimou na sua: "quem não se insqueve não recebe" e já tem muita sote de não i pêso!

Pós-Postado (PP): Ora, nós quíamos mostá que até nós ambas as duas já conseguimos postá vídeos, mas po causa das loirices da Belita, ainda não conseguimos inaugurá a nossa videovigilância com este sobebo poduto cultural. Enfim, esperamos consegui-lo muito em beve, bevemente num computadô peto de si.

quinta-feira, janeiro 10, 2008

O Estado da Ração: respostas em diferido ao PicaMarreta e a recusa à PlayCow

(em intecomunicação em direto e ao vivo com o blop: http://vaisaonde.blogs.sapo.pt/ )

VG e IAM: PicaMarreta, desculpe aqui as suas seguidoras, mas, só agora, pudemos responder às suas provocações raçonso-bovinas.
Agora, cada uma por si e o Cosmos por ambas nós as duas, que a mostarda queimou-nos o nariz:


Os ímpetos taurinos de nós ambas as duas perante as provocações do PicaMarreta

IAM: PicaMarreta, PicaMarreta, então Vossa Selência não vê a diferença entre maledicência (o que se diz cobardemente nas costas de alguém) e crítica (aquilo que se assume ou se assina), como defendeu o nosso quido Rui Think ao falar do Luiz Pacheco? Ai, ai, olhe que eu faço sempre a pega de frente, sou muito rinocerôntica e forcádica (as de costas são para as sonsilíneas e para as moscas que parecem mortas, mas que ferram bem e depressa)!


A Belita tavestida de focado na sua habitual pega fontal

E, para mais, foi a própria Opetazinha dos Cantos que disse detestar o Natal- ora, se não distingue a época, também não deve estar à espera de que a poupem naquela quadra! Olhe, não é implicância é somente um conselho estético-ideológico, ou, como diria a nossa RSE, um advise estétipo-idiossimpático- a Opête surgiu de vermelho vestida com umas sandálias super-trendy, mas com os pés numa lástima, numa revista cor-de-rosa. Quem a manda expor as unhacas dos pés? Lá diz o ditado popular: quem não quer ser gaviona, não lhe calça as unhas! Juro-lhe que, se as unhas estavam lavadas, não pareciam! Eu não queria que ela as roesse, mas com o salário de deputada, com certeza que poderia pagar a uma camarada manicura para lhe podar as unhacas com uma foice que fosse!
Olhe, quanto aos milionários das estepes siberianas só lhe digo: não há fome que não dê em fartura e comunismo que não dê em capitalismo selvagem!


O camarada palhaço Brejniev a apreciar o traseiro de uma donzela belorussa, secundado por um agente infiltrado do Capa Gê do Bê

E o que quer dizer com os telhados de vidro? Olhe que o meu telhado tem telhas bem consistentes. Anoréxi Tia, je? Ai, agarre-me Vaca Galo, que eu tenho de ir deglutir a última folha de alface que escondi debaixo do psiché! Ó homem, eu estou mesmo gorda, sniff, sniff, sniff, é verdade, mas já estou a tratar do assunto- voltei à radicalidade desportiva.


A Belita apeciando o seu estado hipopotâmico (postamos, aqui, uma oba da Paula Rego (dissemos Paula Rego? Não, não é, não sabemos de quem é esta oba!Ohhhhhhhhhh! Alguém se acusa? Sorry, ma não podíamos postá uma foto balofenta da Belita, pois somos espectaculares, mas não espectaculosas!)

Mas olhe que eu não cobiço nada de ninguém- o que tenho basta-me!
Quanto às asneiras da Vaca Galo, deixe-a soltar-se- por vezes, a circulação em contra-mão (desde que seja só na realidade virtual), a sã convivência com calhaus e com géneros alternativos, o arejamento do pernil, e até um bom tirinho no pé só arejam o funil!
E blast, but not beast, parabéns pelos 6 mesitos- fez bem em não divulgar a circunstância espavoridamente- as bruxas invejosas são do pior e andam por aí à solta e em vassouras super-sónicas! O que vale é que, mesmo assim, estatelam-se com frequência como a que postamos a seguir, que tal como Sísifo, Tântalo, Prometeu, entre outros metediços, foi condenada a um castigo eterno recursivo!


O eterno castigo das bruxas que vivem para atazanar a vida alheia e acabam por se estampar num poste de alta tensão!

VG: Vá, xô, Belita, que agora sou eu: ó Marretista, você tem o desplante de afimá que me tomei de amores pelo Pasmacento? Credo, sarává, saracuti, afasta, afasta, afasta, delete, delete, delete, erase! Ó homem, acha que eu, uma vaca supé-top hit e sport ia logo caí de amores po um cínicolento avemelhado? Pelo Que Há de Mais Estorricado no Cosmos!
Quanto ao contato de S. Paulo e da PlayVaca (PlayCow em anglófofo) tem razão- selecionaram-me a mim, pois sabem que sou uma top-móvel! Ma, de fato, desisti- resolvi i à Índia, ma não pedi nenhuma cunha ao Aturra, não peciso- lá tatam-me como uma deusa e é sempe melhó sê uma deusa concetual que um objeto canal! Ma não me apaixonei po nenhum boirracho num avião- foi numa avioneta supé-chique, ma foi lençol de pouca lagura, pois descobi que ele não tinha onde caí tôto e o PicaMarreta sabe que eu, nisso, sou como as pseudo-tias- o meu ideal de homem é o Tio Pastilhas, com a sua obsessão pela moedinha nº 100000000000000000000000000000!
Olhe, quanto às questões gastonómicas, não lhe sei respondê- só sei que moi, je, me, myself and I não sou de todo cosmetível- a minha cane é como a dos hipopótamos, Benza-me o Cosmos- é esponjosa e as minhas potuberâncias cóneas são do mais rinocerôntico que há- tão sempe pontas a rasgá um vente, se é que me entende!

PP (Pòs-Postado): já leu o poste da Belita sôbe o Destino e as Pocas das Pacas? Credo, afinal elas ambas as tês são filhas de um pá de ténis e são bilínguas: falam Latino e Guego e chamam-se: Côto ou Anona; Lápide ou Péssima; e Ácaros ou Porta! Que horrô- não admira que os atistas cáusticos as repesentassem péssimas, horrorosas e fantasmáticas!


Geogie Clown-eye numa sessão fotogáfica muito top

Veja lá que a Belita, com esta coisa do Destino, recebeu um catão do Geoge Clown-eye e não tem pintado as unhas! Ainda tem a lata de dizê mal das pezais da Opetazinha dos Cantos! Mulhé que não pinta as unhas não merece recebê postais de espécie de mens como o Geogie! E, agora, anda amada em italófofa! Mas eu já lhe mostei que tamém sei comunicá latinamente e sem intépete! Latinista pesunçoso-snobenta!
E note bem a última: diz-se que dizem que ela continua muito loira, mas a pecisá de cotá as pontas do cabelo! Veja lá, é uma pouca vegonha, é o que é!

Dá-me um Martello ou em italófofo: Datemi un Martello



VG: Pensa que só a menina sabe italófofo? Aqui vai uma musiquinha dedicada ao seu sobenome mais pó-activo:

"Datemi un Martello
(Bardotti, Maya e Seeger)
intérprete : Rita Pavone

A-a-aah
A-a-aah
Du du du da
Du du du da
Du du du

Datemi un martello
Che cosa ne vuoi fare?
Lo voglio dare in testa
a chi non mi va
A quella smorfiosa
con gli occhi dipinti
che tutti quanti fan ballare
lasciandomi a guardare
eh eh che rabbia mi fa
um um che rabbia mi fa

Du du du da
Du du du

Eh eh datemi un martello
Che cosa ne vuoi fare?
Lo voglio dare in testa
a chi non mi va
A tutte le coppie
che stanno appiccicate
che vogliono le luci spente
e le canzoni lente
Che noia mi da, uffa
che noia mi da

Du du du da
Du du du

Eh datemi un martello
Che cosa ne vuoi fare?
Per rompere il telefono
l'adopererò
Perchè tra pochi minuti
mi chiamerà la mamma
il babbo ormai sta per tornare
a casa devo andare, uffa
che voglia ne ho, no, no, no
che voglia ne ho

Du du du da
Du du du

U-un colpo sulla testa
a chi non è dei nostri
così la nostra festa
più bella sarà, eh eh eh

saremo noi soli
saremo tutti amici
fa-aremo insieme i nostri balli
il surf e l'hully-gully, ah ah
che forza sarà, eh eh
che forza sarà, du du du du du
che forza sarà, o no,no,no,no,no
che forza sarà, ci can ci can

ci can ci can
ci can ci can
ahiiiiii!"

Xiii, patão, que estas italófofas não bincam! Agora já sei donde lhe provêm os ímpetos matelísticos!

quarta-feira, janeiro 09, 2008

A Amy Whitehouse tem um talento! Que pena estas miúdas deixarem-se arrastar para a autodestruição!


IAM: Ó Vaca Galo, nem me fale da Amy Whitehouse! Como é que uma miúda de 24 anos com um talento daqueles, com uma voz daquelas, se deixa arrastar para a não vida da toxicodependência?! Dedico-lhe esta canção, na esperança de que se recupere e volte a viver como merece.

(janela televisiva amarelo esperança com corações verde coragem para mudar de interlocutor):

Vamos todos em uni-som dizer: "Amy, please, do fight for your life, you have such a wonderful gift! Here is an Italian song for you. It says that life is worth living even though sometimes we must pass through rough suffering periods. We all must focus on fighting for our own freedom as one of our main living goals. Release yourself from drugs - they do not free anyone- on the contrary, they imprision those who are mischievously enchanted by them":

"Canto Alla Vita"

Dedicato a chi colpevole o innocente
Perso in questo mare
Si è arreso alla corrente
Chi non è mai stato vincente

Dedicato a chi aspetta una speranza
Davanti ad un dolore
Nel freddo di una stanza
Dedicato a chi cerca la sua liberta

Canto alla vita
Alla sua bellezza
Ad ogni sua ferita
Ogni sua carezza

I sing to life and to its tragic beauty
To pain and to strife and all that
dances through me
The rise and the fall I've lived through it all

Dedicato a chi l'ha sempre inaridita
Come impossessato uscita fra le dita
Era sempre gia finita

Canto alla vita
Negli occhi tuoi riflessa
Fragile e infinita
Terra a noi promessa

Canto alla vita
Canto a dolce e fiera
A questo nostro viaggio
Ch'ancora ci incatena
Ci chiama

Dubitare mai
Tu non lasciarla mai
Non dubitare mai
Tu non lasciarla mai da sola
Da sola

Ancora

Canto alla vita
Negli occhi tuoi riflessa
Facile e infinita
Terra a noi promessa

Canto alla vita
Canto a dolce e fiera
A questo nostro viaggio
Ch'ancora ci incatena

Ci chiama."

Eu se fosse a si tauteava a Amy Wine da House..........

VG: Ó Belita, tauteie antes o "They tried to get me go to rehab and I said no, no, no" da Amy Wine da House... Não sei poquê, condizia muito mais consigo e com a sua caturrice! A palava não é a sua peferida, não é? A menina não é nada ao Ai que Lindo Ribeiro? Ah, claro que não, é monáquica! De qualqué das fomas, é descendente do tãtã do Nero que dizem tê sido mais teimoso que as mulas!
E ao Maquês de Pombal? Tamém não lhe é nada? Sabe daquela história sôbe a odem que a D. Maria I, a Pia, a filha do D. José I, a marafona cuja imagem está sub-postada aqui po baixo, passo o pleuranasno, deu ao Maquise de Pombal, quando o pai se foi em 1777? Odenou-lhe que nunca mais pusesse os pés em terras de Lisboa. Sabe o que Sua Deteminância fez? Veio numa carroça sentado em cima de terra de Pombal e reguessou a Lisboa na mema! Bem, lá garra tinha Sua Selência- os Tábulas Redondas que o digam- ah, já não o podem dizê- morreram quase todos toturados a mando de Sua Maquise! Pois é, podemos concluí que Sua Selência, p´além de um gande estadista, foi tamém um gande toturista! Po isso é que ele, depois do terramoto, disse: "Cuidá dos vivos e enterrá os motos". Pudera, depois de cuidá dos Cábulas, pedão, dos Tábulas Redondas, como fez, só lhe restava mandá enterrá-los! Aposto até que apoveitou o terramoto pa despachá mais uns tantos e, depois, dizê que foi dos temeliques terráqueos!
E sabe como é que Sua Alteza A Pia se chamava? Era, em pate, sua ó mó nima: Maria Francisca Isabel Josefa Antónia Gertrudes Rita Joana. Credo, se a moda pega, ente as pseudo-tias, na totalidade, lá ficam as quianças com um nome do tamanho de um embondeiro e os nossos ouvidos com um zumbido eteno! Avisam-se os incautos- a veborreia tiesca a altos decibéis pode causá sudez pofunda e diarreias contínuas!



Já as tou a ouvi nos paques infantis: "Maria Francisca Isabel Josefa Antónia Gertrudes Rita Joana, a Mãe pede-lhe: não vá pó escorrega, que quem escorrega tamém cai e filha minha não cai, nem que eu tenha de pedi uma cunha ao tio Patto da Sillva e Santos pa que fale com o Cosmos pa eliminá a lei da gavidade!"

Mas sabia que Sua Alteza Royal era Pincesa do Brasil, da Beira e Duquesa de Bagança? Mas, ó Belita, a menina nasceu na Beira, não foi? Então, nesta época, a Beira já existia? Ou será a Beira Alta e a Baixa num 2 em 1?

Olhe, quanto ao Star Traque ou Star Reck, ou lá o que isso é, mande-me o endereço da Naya, da Saya, da Ca Traya, ou lá como a qui-atura tansfomista se chamava, que eu quero metamofoseá-me como o Geogie e o tal do Júpité! Dá cá um jeitaço! É que as abilidades camaleónicas são tão pós-modenas!

Meravigliosa creatura....

IAM: Ó Vaca Galo, não sei porquê, mas, com tanta poesia no ar digital, agora, só me apetece trautear o extraordinário hit da Gianna Nannini: "Meravigliosa creatura tu sei solo un uomo/ Meravigliosa paura de averte al tempo/ Meravigliosa creatura, un bacio allento/ (...) l´ improviso descendi al paradiso "Meravigliosa creatura (...)"


PP:(Pós-Postado): Perdoem-me os leitores os meus parcos conhecimentos de Italiano. Se calhar até inventei alguma palavra!

Pocas das Pacas: Belita recebe postal de Geogy Clown-eye e coloca blop de Netmito no seu blop Beef New Wold


VG: Ó Belitita,a Mãe das Pocas das Pacas jogava ténis ou repesentava alguma maca de ténis? Ai, credo, já parece aquela anedota do deseto! Já me tinham dito que os guegos e os latinos eram muito avançados, ma nunca pensei que tivessem uma deusa tão top , tão hit, tão sport!
E essas Pocas, perdão, Pacas, é que, então, são as responsáveis pela sua vinda do Ulta do Má e pela des-colón ização e não aqueles senhores muito bonzinhos e demoniocatas? Ai que eu vou-me a elas! Então não era muito melhó, pa todos nós, vossa selência aloirada tê ficado no Bazaruto a apanhá banhos de sol naqueles areais alvos? Homeroessa!

Bem, mas já que, fatidicamente, veio pará a este quintal à beira-má encalhado, vou-lhe só dizê: a Belita recebeu um postal do Geogie Clown-eye! Xiii, como dizia a Belita em pequenita, esta não é p´a todas! Ma de onde conhece o Geogy, sua marafona empiriquitada? Ai q2ue (tou tão vede de inveja que até já confundo as letas com os números!)eu vou-me a si quando fô às Pocas das Pacas!

E, já agora, um leitor chamado NetMito ( http://netmito.blogspot.com/ ) deixou-lhe um comentário em foma de enigma oraculizante quanto à questão sôbe o Destino. Diz o memo:" Escuta o som mais puro da tua voz...)*"
Uiiiiiiiiii, Belita, aonde é que pára a sua mais pura voz polifónica? Eu acho que a deixou ficá nas águas vedes tansparentes do Bazaruto! E não olhe p´a mim que eu não a tenho nem sei onde a vi pela última vez! Pegunte ao Demónio da Pasmânia- esse sabe sempe tudo, parece um depatamento de "pedidos e achados"! Ou, então, pegunte a Sua Leviandade Pognóstico-Oraculizante- ele anda a lecioná um cusso sobe "como enganá o seu kapa, limpando as suas chapas"!

(janela tevisiva amarelo rosa vemelha com pintinhas douradas cô de pata pa mudá de interlocutô):

NetMito ( http://netmito.blogspot.com/), nós ambas as duas lemos os seus magníficos poemas no seu blop e já somos suas fãs- vamos pô-lo na lista dos nossos pópios blinks e a Belita já o pôs na lista de blinks no blop esoesférico dela- o Beef New Wold (http://briefnewworld.blogspot.com ). Quanto ao blop de Sua Leviandade Poto-Elástica, non, rien de rien, non, je ne sais rien- aquele, às vezes, passa-se para a twilight zone e desparece do á vitual! Tamém, depois de aturá as pseudo-tias, só memo uma sessão de massagem siberiana o acalma!

Destino: Esse Fado Inexorável do Olimpo Antigo e não Pós-moderno


As Três Moiras, John Strudwick

IAM: Vaca Galo, o Destino (Fatum em Latim, étimo do vocábulo português fado)) era, segundo a mitologia greco-latina, uma divindade cega (invisual, para os pós-modernos) a quem deviam uma obediência, igualmente, cega, (igualmente, invisual para os pós-modernos) todos os outros deuses, os semi-deuses e os comuns mortais.

E aonde estavam os ditames fatídicos desde toda a eternidade escritos?

Num lugar secreto, com entrada reservada aos deuses (era mais ou menos como uma discoteca actual reservada aos VIP ou um clube parecido com o do Cebolinha, com uma placa à entrada: "Mortal não entra!". Os porteiros eram como os da noite portista- implacáveis e com boa pontaria!. Só os oráculos, os antepassados do Professor Doutor Makumba, esses coscuvilheiros incuráveis, detiam o poder de interpretar e revelar as prognósticos (desta vez, antes do jogo) escritos no Livro do Destino. Nem Zeus, ou Júpiter, o deus dos deuses, poderia dobrar a vontade indómita, os caprichos inexplicáveis, do Destino, a favor de quem quer que fosse- deuses ou mortais. Era mais ou menos um sistema incorruptível com uma placa: "Não aceitamos subornos, nem cunhas, mesmo do deus dos deuses"! Isto é, as leis fatídicas do Destino (passo o pleonasmo) eram cegas e surdas, mas não mudas, aos apelos e pressões de quem quer que fosse! Bons velhos tempos!!!

A cegueira antiga, moderna e pós-moderna, deste Destino inexorável convertia, assim, em culpados mortais que queriam ser virtuosos. Olha, esta seria uma boa desculpa para muito boa gente da nossa praça pública! Já os estou a ouvir:
- Por que é que vossa selência, uma pessoa de boas famílias, tão limpinho e perfumadinho, se lançou na marginalidade?
- Ó Sua Jurisprudência, o culpado foi o Destino, não fui eu, foi, mais ou menos, como o que aconteceu com os Pezinhos, um lendário grupo larápio-alternativo-criativo, quando se viram na iminência de declarar às autoridades: "Não fomos nós, foram os nossos pezinhos!"


Júpiter, Pai dos Deuses

E quem executava as ordens Fato-compulsivas? As insuportáveis das Parcas! E quem seriam as Parcas? PicaMarreta e Vaca Galo, notem bem, eu disse Parcas, não disse Porcas!!! Bem, as Parcas eram filhas de Zeus (Greg.) ou Júpiter (Lat.) e de Témis, a sua primeira mulher, confundida, geralmente, com a deusa da Justiça, pois mandava tanto sobre a ordem moral como sobre a terrena. Zeus ou Júpiter era um mulherengo incurável- era mais ou menos como um George Clooney do Olimpo Antigo- e até era capaz de se transformar, como a Maya do Star Trek, para seduzir as suas amadas (o George, também, entrou na onda- ele é porteiro, ele é agente secreto, ele
é garçom e, seja o que for, esteja onde estiver, venha quem vier, marche quem marchar, o cachopo é sempre um charmosérrimo sedutor! George, who else?!). Ora, mas voltando ao Olimpo Antigo e deixando o Pós-moderno, Témis deu, então, à luz as três Horas- de seu nome Equidade, Lei e Paz- e as três Parcas, Fates (Lat.) ou Moras (Greg.)que eram, autenticamente, agentes infiltrados, não do Capa Gê do Bê, mas do Destino, também designadas como Filhas da Noite (credo!)! Eram elas Nona (Cloto), Décima (Láquesis) e Morta (Átropos)(sarává, saracuti, afasta, afasta, afasta, delete, delete, delete, erase!) .
Ora, estas divindades são representadas por Homero na Odisseia como figuras míticas que determinam, fiando, o destino pessoal humano, intransmissível e fatal (passo o pleonasmo)- o início, a duração e o caput de todas as atribulações e sofrimentos vivenciais terrenos- de que nenhum mortal se pode escapulir: uma das Porcas, perdão, das Parcas, Cloto (que em Grego significa fiar)) ou Nona (Lat.), juntamente com Ilitia, Ártemis e Hecate, tecia a trama que é a vida de cada um de nós, no fuso; a outra- Décima (Lat.) ou Láquesis (que significa em Grego sortear) -, a que simbolizava a sorte, o acaso, em colaboração com Tiche, Plutão, Moros, entre outros, puxava e enrolava o fio já tecido, cuidando da sua extensão e direcção, sorteando o número de atribulações que caberia a cada mísera vida humana; a terceira, a mais temida- Morta (Lat.) ou Átropos (que em Grego significa afastar)-, coadjuvando Thanatos, Queres e Moros, cortava o dito fio da vida, quando o mortal partia desta para melhor ou pior, conforme as versões; era ela que determinava a morte de cada um dos porcos, perdão, dos parcos dos mortais. Daí a expressão "a vida por um fio". Recebiam estas malandras parquentas directivas de Zeus, para que a ordem natural não fosse, de todo, desrespeitada. Todavia, nem ele podia transgredir a Lei Do Destino que orientava o percurso de deuses e homens, caso contrário, perturbaria a harmonia cósmica, como já foi acima mencionado.

Assim, como o calendário anual romano era solar e o mensal era lunar, Nona (Cloto) seria responsável por tecer o fio da vida intra-uterina, i.e., orientar a gestação até que, não as doze badaladas, mas a nona lua surgisse, ou seja, era a deusa dos nascimentos e do parto; era, então, que Décima (Láquesis) entrava em cena, representando o corte do cordão umbilical, o nascimento terreno de um indivíduo já totalmente definido, orientando o seu crescimento e desenvolvimento existencial; Morta (Átropos), essa malvada, entrava no final da cena, quando as cortinas do palco da vida humana se fechavam.

Minhas queridas pseudo-tias, estão a ouvir? Cuidado, olhem que nem Júpiter, o Pai dos deuses conseguiu alguma vez corromper as Parcas e, quando a cortina se fecha, o tapete que nos leva ao local apropriado à qualidade do nosso percurso não é propriamente vermelho, a cor é de um tom surpresa e é a mesma para todos, o destino da alma é que varia!



A Parca Cloto Força Negra de Paul Sérusier (ó PicaMarreta, repare bem nas palavras: não faça confusão com a Porca Pata Negra!)

Mas, aterrando de novo no Olimpo Antigo, como eram as Moiras, as Parcas, fisicamente representadas? Bem, enquanto que os poetas clássicos as descreviam como mulheres à beira de um ataque de bisturis, i.e., feias e sinistras, com dentes do tamanho de rinocerontes ensimesmados e unhacas do tamanho das da Opetazinha dos Cantos (olha que analogia tão funny e a propósito- já dizia a Margarida Atropelo o Pinto, ai credo, Revelo-o Tinto- "nesta vida, não há coincidências" (vamos lá ver na outra se o postulado se mantém- cheira-me que sim!); os artistas plásticos modernos já as viam como lindas donzelas de aspecto petrarquista (credo, que incongruência organizacional!). Pensando bem, mas não depressa, a diferença de perspectiva seria proporcional à distinta visão de alguns cronistas sociais nacionais quanto a algumas avis rarae da nossa fauna VIP: para alguns céptico-corrosivo-analíticos, estas criaturas são autênticos estafermos a necessitar de urgente recauchutagem e, se possível, aniquilação compulsiva; para outros, os optimisto-coadjuvanto-turbolentos, estas divinas espécie de mens são verdadeiras intemporais musas inspiradoras! Já dizia o poeta: "Mudam-se os ventos, mudam-se as vontades, muda-se o ter, muda-se a aliança"!

Ora aí está o que é o Destino segundo a mitologia greco-latina. Deixemos o da parca mitologia doméstica!!!


Fontes:
Lamas, M. (2000) Mitologia Geral , vol. I, Lisboa: Editorial Estampa.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Parca

terça-feira, janeiro 08, 2008

Quem é o Destino?


Destino, Salvador Dalí and Walt Disney ©


VG: Ó Quiduxa, po quem é! Mas quem é esse tal do Destino? Pode-mo apesentá? É que uma entidade com tanta omnipotência e omnipesença só pode mesmo sê alguém impotante ligado ou a uma agência de viagens top ou à AZAR, não ao Sal e Azar, ma àquela entidade que tá a pesegui a Maria dos Bolos, ma cujo chefe magnânimo queima a lei po ele imposta ao fumo de um charuto, pedão, uma cigarrilha, em pleno Casino do Esturrido Soleil! Ma ele tem razão- então, e as doze badaladas? Quem é que se podia lembá que de um segundo p´ó outo já taria no ano seguinte se já não bombam as doze badaladas? Acabam com as tadições e é no que dá- fomentam as ilegítimas tansguesões!

My darling, Fate Shapes our Path, que é como quem diz o Destino modela o nosso percurso..........

IAM: Ma chèrie, mon petit bijou, quem somos nós, sim, quem somos nós para enfrentar o Destino? Lá diz o ditado: "As pernas nos hão-de levar aonde nós haveremos de ficar!" (salvo seja!)
Olhe, não é moçambicano de gema, mas já é de clara! E você sua invejosa, onde está a sua half-face?

Quanto ao meu formato actual hipopotâmico, me aguarde!

sexta-feira, janeiro 04, 2008

Half-face em anglófofo é muito parecido phone eticamente com allface

VG: Ó Belitucha, já reparou que half-face em anglófofo é muito parecido phone eticamente com allface? Ele há coincidências, não é? É poque o seu half-face é totalmente luso e tanso e allfacinha! Ai credo, qui-atura, po que é que vossa mecê não escolheu um moçambicano? Este é um enigma que nem o Hé do Coule Poix du Lot nem a senhora do Quime, Desdisse Ela, que é parecidíssima com a Paula Bo Bone, deslindavam!
Ao menos já ensinou o cachopo a dançá a Amarra a Benta? Sarává, saracuti, que inconguência oganizacional! Você saiu-me cá uma autentizótica!

E quanto à sua foma? Quando é que desembalofa e volta aos seus contonos de Babie Abatezada esquelética? Ai, ai, você insuflou, mulhé! Olhe p´á direita do jadim- vê ávores, não vê? Não, a ideia não é abacá-se às ávores, mas alimentá-se das folhas, vai vê que emaguece fast, fast. Inspire-se na boneca loiríssima, de seu nome Ratz (não sei como é que escolheram um nome destes pa uma boneca tão loira, tão egonómica, tão piritipapá!)


Bratz ©
Foto: Isabel Metello ©

Reforço o que diz a nossa repórter sensacionalisto-espectacularizante: Viva a liberdade de expressão|!


Photo: Isabel Metello ©


IAM: Ó Demónio da Pasmaceira, intrometo-me no diálogo polilógico de Vossas Selências para apoiar a nossa quiduxa espectacularizante: viva a liberdade de expressão! Era só o que nos faltava, agora, um agente infiltrado do status quo avermelhado para nos amarfanhar o que nos vai na alma! Credo, desinfecta, urubu rubro!

Photo: Isabel Metello ©


(janela televisiva cor-de-rosa céu com nuvens amarelo rinoceronte para mudar de interlocutor):

Ó Vaca Galo, é verdade, fartei-me de abanar o capacete na passagem de ano- ele foi música africana, ele foi merengues, ele foi flamenco, ele foi tango, ele foi valsa, ele foi hits dos anos 80! Olhe, foi, simplesmente, top e o melhor é que regressei a um dos locais em Portugal que fazem parte das minhas raízes e revi os entes mais queridos vivos da minha família que vivem far away from Lisbon (são três (os locais), mas não vou aqui revelá-los, como é óbvio)! Sim, poque o trono do meu berço, onde estão as minhas raízes culturais matriciais, é ocupado por Moçambique!
Aqui fica uma foto minha do momento captada pela minha half-face!

Ó Pasmacento, xô, vá capiná (uma expessão lá da terra aficanizada da Belita)................................

VG: Ó Pasmacento, já tá como a Opetazinha dos Cantos, não? Vá lá com essa convessa p´á outa camarada, cão panheira, de Salva a Terra dos Magos! Só agora a cachopa, depois dos seus interesses pópios atingidos, é que viu a luz e desatou a quiticá a nomenclausura! Durante tinta e tal anos, andou a recitá dogmático-mentalizacionalmente a catilha ruba como se de cata de alforria se tatasse! Agora viu a alforria que a esperava e modeu a coda! Este síndoma ataca, po vezes, a pole avemelhada, de seu nome O Síndoma da Iluminação Pós-Tiro no Pópio Pezinho de Lã! Acontece aos piores...............................

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Eu, Demónio da Pasmânia me pronuncio...................


Logo do Eurobasket ©

DP: Eu, se fosse a vocês, tinha mais cautela no que dizem, a liberdade de expressão é muito bonita, mas reparem- neste país, só o é quando está de pleno acordo com as opiniões e os dogmas dominantes ou então com o discurso de algum opinion maker.
Até o camarada Está na Linha dizia: "Atacai os inimigos de costas, mas sempre com prudência repenicada! Façam como em Katin: fuzilem-nos e culpem o outro alvo a abater- assim, arrasam dois aparelhos com uma bazukada só!". E já o outro afirmava: "em covil de serpentes, serpenteia ou és serpenteado".
Esta é claro a minha opinião, ai de mim querer influenciar-vos, eu sou um demoniocrata convicto!

Resultados da 2ª sonsagem, ai credo, sondagem, simplisto-faccioso-generalizadora autoflagelante

VG: E, blast but not bleast, aqui estão os resultados de mais uma das nossas sonsagens, pedão, sondagens simplisto-faccioso-generalizadoras autoflagelantes- de caras com a questão "depois de 33 anos, que heranças simbólicas mantêm os lusos e tansos do regime de Sal e Azar?":

94% (17) dos nossos leitores votou na tacanhez/ provincianismo;
88% (16) na inveja/mesquinhez;
83% (15) na desresponsabilização;
61% (11) no guegarismo
(que é o memo que dizê no espírito caneirístico, na popensão p´a enunciarem todos em uni-som as memas ideias. O que também tá relacionado com a falta de produtividade, pois, com tantos rebanhos, é difícil não tê sono e não pedê horas intemináveis nas convessas de corredô cafeinísticas!)
Ai, Meu Cosmos, que os valores ficaram todos acima dos 50%! Poque será? Leiam o Potugal Hoje: O Medo de Implodi do nosso quido Pofessô José Gila e logo verão poquê! Tamém podem consultá nos nossos aquivos as entevistas que fizemos ao Pofessô e a todas as pesonalidades fictícias que nos concederam a indulgência (salvo seja!) de nos aturarem!



(janela tevisiva vede jeropiga com caroços amarelo sanita pa mudá de intelocutô):

(em intecomunicação em direto e ao vivo com o blop: http://lavailama.blogspot.com/ )

Sua Leviandade e Belita, como é? Então e os resultados das vossas sonsagens, apre, digo sondagens? Acodem p´ó Novo Ano! Ó Belita, sua macacóide, já sei que se fatou de dançá na Passagem de Ano, até o tango dançou sozinha! Não me diga que a sua half-face não sabe abaná o capacete latino-americanamente! Credo, estes lusos e tansos nem memo à base de lições conseguem meneá a anca!

Um pesente de Ano Novo pá Opetazinha: Put In, um ícone hollywoodesco tão fin.....................





(Fotos: Mikhail Klementyev/Kremlin/AFP; Divulgação/Kremlin/Reuters)

(em intecomunicação em direto e ao vivo com o Cosmos Soviético Supremo de Opête dos Cantos: )

VG: Opetazinha dos Cantos, nós, no Vaca Galo RSE, não quíamos deixá de lhe oferecê esta singela ofeta (passamos o pleuranasmo) como penda de Año Nuevo. Arranjámos umas fotos do Put In quase em pelota e em pose de 0067 num dos spots mais in p´á pole avemelhada- a Tibéria-, agora esbanquiçada, pois os tempos convidam ao hibidismo: já ninguém sabe se Put In é o hedeiro sacossanto do Soviet Supremo se do Qu´Azá Mico Pau. Que ele detém os dotes de um vedadeiro agente sequeto do Capa Gê do Bê, ai isso mantém- olhe só p´ós olhos dele a beijá o peixe moto nas mãos não diretamente ensaguentadas, com uma bata imaculadamente banca p´a o compová - são fios como glaciares. Lá que ele mantém a coerência oganizacional mantém. De facto, os olhos são o espeto da fauna e quem sai aos seus não se adultera.
Atenção pseudo-tias avemelhadas de punho em riste- agora já têm um ícone avemelhado hollywoodesco para substituírem o posté estétipo da antiga imagem da Tibéria! E, po favô, não se esgadenhem, não se foicem umas às outas, que ainda vos saltam os pivôs e as placas. Dá p´a todas- apenas tenham uma atenção zinha estétipa- quando calçarem sandálias capitalisto-carérrimas lavem os pés e cotem as unhas, pelo menos. A inconguência oganizacional só funciona com muita higiene pessoal!